Gestor de Oportunidades


Celular, o melhor amigo do homem.

Qual é hoje o melhor amigo do homem?

Se você pensou no cachorro, errou!

Os tipos de amizade estão mudando, agora um aparelho que todos carregam no bolso, na bolsa, ou nas mãos, contando hoje com mais de 205 milhões espalhados pelo Brasil, muitos até são utilizados para a comunicação, mas a maior parte do tempo os seus donos os utilizam como um centro de lazer e entretenimento, fazendo dele um verdadeiro amigo, quase inseparável.

Isso mesmo, o seu novo amigo é o celular, mesmo porque existem apenas 33 milhões de cachorros nos lares brasileiros, e outros 20 milhões vagando pelas ruas, segundo a associação brasileira de alimentos para animais, quantidade insuficiente para suprir a demanda por amigos no Brasil.

Na década de 90 o Tamagotchi, o bichinho virtual, fez muito sucesso entre as crianças e adolescentes, com o passar dos anos ele evolui muito tecnologicamente e se transformou, hoje em dia, no amigo virtual de crianças, adolescentes e também dos adultos.

Puxe uma cadeira.

Vamos conversar um pouco, eu, você e os nossos celulares.

Comece por observar, com mais atenção, uma cena bastante comum nas salas de espera de consultórios médicos e dentários, diversas pessoas sentadas conversando com seus amigos, digo, celulares, ficam ali por horas se for preciso, criando um espaço somente para eles, imersos em mundos reais quando ligam ou recebem ligações, ou imaginários por intermédio de conversas virtuais, jogos ou simplesmente o acesso a Internet.

Esta relação extrapola as salas de espera, e se multiplicam pelos mais diversos ambientes sociais dos seres humanos, portadores de telefones móveis, digo, amigos.

Não importa o modelo do celular, do simples ao mais sofisticado tecnologicamente, as pessoas simplesmente acessam aquilo que o amigo é capaz de fornecer, pode ser a simples visão da agenda telefônica, com nomes de amigos e parentes, isto já irá satisfazer a interação entre eles, até sofisticados aplicativos e jogos.

Neste novo relacionamento, se comparado à amizade com um animal de estimação, um cachorro, por exemplo, o celular leva grande vantagem, não faz xixi no tapete da sala, não come os pés dos móveis, apenas precisa ser plugado na energia elétrica para continuar a nos servir, sem depois de algum tempo abanar o rabo pedindo mais comida, ou energia.

O nosso novo companheiro, ou companheira, afinal ele, ela, pode assumir a personalidade feminina ou masculina, a escolha dependerá das convicções sexuais entre as partes, e, ainda, consegue assumir diversos papéis neste relacionamento, desde confidente amoroso, amante, até um comparsa em ações inconvenientes ou contra a lei mesmo.

Mas sempre será fiel, até o último watt de energia.

Quando surgir o momento de solidão, você o terá ali, substituindo o vazio por um sem números de atividades que podem ser disponibilizadas a qualquer momento.

Talvez, por isso, muitas pessoas andam com dois ou mais celulares, assim é possível criar um grupo de amigos, ou se existir o serviço no seu aparelho, acessá-los virtualmente.

Finalmente, e felizmente, nunca mais nos sentiremos sozinhos neste mundo.

Um abraço ao amigo celular!

 



Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 12h50
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Os "ses" das dívidas nas empresas.

Adequar os “ses” das dívidas da empresa.

Os empresários insistem em achar culpados pelo aumento das dívidas, que invariavelmente, segundo suas declarações, não são eles, mas sim os bancos, e os juros exorbitantes atrelados aos empréstimos e financiamentos, ou ainda, as oscilações de mercado, sem qualquer lógica, que fazem da gestão do negócio um catálogo de profecias, abarrotado de boas intenções, acompanhadas da conjunção condicional “se”.

Se o mercado se comportasse desta forma, ou de outra, ou...

Se eu não tivesse realizado o empréstimo naquele mês, mas no outro, e, assim por diante.

 

Seja lá como for às dívidas nas empresas sempre existirão, com maior ou menor influência nos resultados financeiros, mas sempre serão totalmente dependentes da decisão tomada por seus gestores.

O grande vilão desta história, invariavelmente é a necessidade de recompor mensalmente o capital de giro, muito falado e discutido no meio empresarial, porém, pouco compreendido, e, claro ao universo dos “ses”.

 

Se a empresa amplia a variedade de produtos e serviços, engordando o estoque, de produtos ou de h-H, irá precisar de mais dinheiro no caixa para honrar os compromissos com fornecedores, folha de pagamento ou terceirizados.

Se a empresa aumenta o faturamento, irá precisar de mais dinheiro no caixa para complementar o novo nível de estoque.

Se a empresa sofre a redução do faturamento, irá precisar de dinheiro no caixa para suplementar a redução de entrada de recursos financeiros, pois os custos fixos se mantêm inalterados e provavelmente os valores de pagamentos aos fornecedores também, até que os estoques se acomodem à nova realidade de retração.

Se a empresa sofre com a constante inadimplência, irá precisar de dinheiro no caixa para recompor o capital de giro.

Estes “ses de causa” poderiam ser prolongados por diversas páginas, afinal o dia a dia de uma empresa é sujeito a uma infinidade de variações mercadológicas, boas ou ruins, causadoras de grandes ou pequenos impactos nas relações comerciais, mas sempre influenciando o fluxo de caixa da empresa.

A dívida já está lá, instalada e acomodada, com a firme intenção de permanecer indefinidamente no caixa da empresa.

O empresário com o papel de anfitrião desta desagradável convidada, que algumas vezes entra como penetra no fluxo de caixa, precisa dispor de todas as artimanhas para empurrá-la para fora, ou ao menos mantê-la sobre controle, para que não aconteça o Armagedom Financeiro, causado em função da enxurrada de um sem número de tipos de dívidas, sedentas dos recursos da empresa.

 

Para providenciar a criação sistemática das barreiras contra o excesso de dívidas, alguns “ses de ajuste” são providenciais para o fortalecimento e o desenvolvimento do negócio.

Se a empresa mantiver os controles financeiros em dia e alimentando com qualidade as planilhas de análise de resultados, irá precisar do dinheiro que dispõe para manter o fluxo de caixa nivelado.

Se a empresa adequar constantemente o estoque de produtos e h-H às realidades do mercado e dos limites financeiros do fluxo de caixa, irá precisar de menos dinheiro para sustentar o capital e giro.

Se a empresa limitar ao máximo possível os prazos de pagamentos por parte dos seus clientes, irá precisar de menos dinheiro para sustentar o capital de giro mensal.

Se a empresa somente realizar compras a vista quando os fornecedores oferecerem condições sem precedentes, mesmo assim até um determinado limite, irá precisar de menos dinheiro para recompor o capital de giro mensal.

Se a empresa utilizar os índices calculados de elaboração dos custos e de formação dos preços de venda, irá precisar do dinheiro adequado para recompor os estoques e ainda atender as necessidades de capital de giro mensal.

Estes outros “ses” também poderiam se prolongar nesta explicação.

É importante que o empresário tenha sempre em mente que a composição das dívidas e da necessidade de capital de giro fazem parte da sua responsabilidade no cotidiano empresarial.

São as suas atitudes providenciais, com base em informações de qualidade, no tempo certo e na medida adequada, sem o vacilo do “se”, que possibilitará a empresa navegar com segurança no mercado, fascinando os seus clientes, e também, trazendo e mantendo a maior parte das riquezas conquistadas.



Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 14h29
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Plano estratégico de reestruturação de dívidas.

A criação de dívidas pressupõe a condição de ter crédito, esta relação contábil sempre será verdadeira para as pessoas físicas ou jurídicas, como também é correto afirmar que é preciso gerar os recursos financeiros necessários para honrar os compromissos assumidos com os credores.

Porém, quando por qualquer motivo, interno ou externo ao negócio, o cumprimento com pontualidade dos pagamentos das dívidas assumidas deixa de acontecer, o empresário precisa reestruturar os compromissos assumidos, sem com isto comprometer as relações comerciais da sua empresa.

Para atender a esta necessidade de gestão, e continuar a se dedicar a atender os seus clientes, o empresário pode acionar o plano estratégico de reestruturação de dívidas.

Mas como fazer?

Seguir as três etapas básicas, que são distintas e fundamentais para o seu sucesso:

1.    Planificar todas as dívidas da empresa, atrasadas ou não, reconhecendo as instituições credoras, bancos ou empresas, os valores totais, o valor e a quantidade das parcelas e as taxas de juros, de cada uma das instituições.

2.    Elaborar o demonstrativo de resultados do exercício do último mês, para identificar o potencial financeiro, através do resultado da empresa, se lucrativa ou não.

3.    Identificar os limites financeiros e as datas de pagamentos com o suporte do fluxo de caixa mensal.

De posse destas informações o empresário saberá o valor da dívida total, o limite dos seus recursos financeiros, para definir os valores e prazos e, ainda, as melhores datas para efetuar as amortizações.

Mas estas operações exigem algumas mudanças no comportamento empresarial, como:

·         Formar os preços de venda de forma correta, com a determinação do índice de comercialização para cada produto ou serviço.

·         Limitar a recomposição do estoque à realidade das vendas.

·         Reestruturar os valores e os prazos das parcelas das dívidas contratadas até o limite planejado, ou possível, através de negociações com os credores.

·         Fomentar o aumento das vendas até o limite financeiro imposto pela projeção mensal dos custos das mercadorias vendidas.

·         Fechar todos os “ralos” da empresa, que podem estar escoando recursos financeiros e humanos, importantes para o saneamento proposto.

·         Manter a constante e diária administração do fluxo de caixa, reposicionando o negócio de acordo com a projeção da variação semanal do saldo de caixa, ou seja, planejar as ações necessárias para recompor o saldo de caixa.

·         Planejar o destino dos recursos financeiros para que a empresa continue a atender as necessidades de estoque, de capital de giro e também da reestruturação das dívidas.

 

É importante lembrar:

O objetivo do seu negócio sempre será o de vender com lucro, produtos e serviços, tudo mais é a conseqüência disto.



Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 19h16
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A análise financeira para crescer.

Chegou o momento de mais uma decisão estratégica para o empreendedor, talvez a mais difícil, pois irá afetar as reservas financeiras acumuladas até hoje.

 


Definitivamente é preciso crescer!


As oportunidades de novos negócios estão aparecendo e a empresa não tem como atender a demanda, pois não dispõe de recursos humanos, nem da quantidade e variedade de produtos que os clientes agora estão exigindo. 


Vamos para a elaboração do 2º Plano de Negócios da empresa, e o que mais irá exigir do empreendedor será sua experiência e capacidade de analisar os limites e potenciais financeiros, administrativos e de produção.

Passos do plano:

·         Contratar mais colaboradores, se for a primeira experiência, pois até então era você e sua família, pode ser um pouco mais atemorizante, mas nada que não possa ser aprendido e administrado.

·         Sair do fundo de quintal ou alugar um local maior. O momento de romper o corão umbilical sempre é delicado, escolher o local ideal requer estudo, calma e muita negociação com o proprietário do imóvel. Não pode ser deixado de lado o valor do investimento na adequação do ambiente de trabalho.

·         Analisar o mercado consumidor agora será mais fácil que da primeira vez, pois sua empresa está inserida no contexto empresarial, e você já deve conhecer os perfis dos seus clientes. 

·         Aumentar a capacidade de produção significa estender o ciclo operacional e financeiro da empresa, portanto, a necessidade de capital de giro para manter o negócio será certamente maior que o atual.

·         Para aumentar a produção, novas máquinas e equipamentos serão adquiridos, a produtividade e o limite de comprometimento financeiro da empresa são determinantes para evitar fortes emoções no futuro.

·         Você deve reconhecer o valor do ponto de equilíbrio, e as quantidades de produtos ou horas de serviços que determinarão o mínimo a ser comercializado para que a empresa possa honrar seus compromissos.

·         As instituições bancárias devem ser utilizadas, para compor os investimentos com o imobilizado e também com a necessidade de capital de giro, mas com moderação e análise.


Muito dinheiro envolvido, sem dúvida, mas necessário para a empresa que pretender continuar crescendo e evoluindo junto com o mercado.


Lembre, para conquistar novos nichos de mercado e estar ancorado junto ao mar de oportunidades dos negócios lucrativos, requer do empresário o equilíbrio certo entre investir, conviver com os riscos, oferecer a infraestrutura adequada e manter o controle financeiro, administrativo e comercial da empresa. 

 



Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 09h06
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Os negócios de agora na Web.

A evolução da Web ocorre em outra dimensão de velocidade, muito maior que a atual tecnologia consegue atender. 

A constante transformação da Web é o retrato da evolução dos negócios que ela disponibiliza, pois anos atrás iniciou suas relações comerciais através de interfaces disponibilizadas na forma estática, e chegou aos dias de hoje, a oferecer uma estrutura mais dinâmica e interativa, onde sistemas integrados oferecem condições para a melhor compreensão das necessidades e desejos dos usuários.

Os sites de negócios que até pouco tempo se contentavam em entenderem o gigantesco emaranhado de engrenagens que movimentam o mercado da Internet, e após isso, se adequarem, o mais rápido possível, para comercializar seus produtos e serviços, o que causou inúmeras revoluções nas áreas de logística, comercial e financeira das empresas, agora, após os tsunamis de informações geradas, visualizam a possibilidade de obterem lucros além da simplista relação comercial ditada pelas compras e vendas de produtos e serviços.

 

Este divisor de águas tem por marco histórico os novos negócios na Internet como: a corretagem, assinaturas, adesões, vendas de anúncios, leilões e tantos outros que surgiram nos últimos três anos.

Por necessidade de sobrevivência no mercado da web, todos correram atrás do entendimento das atuais expectativas de fornecedores e consumidores, referente a tudo que está disponível hoje para se comercializar com lucro.

 

O constante, alucinado e modificado aprendizado, assimilado direta ou indiretamente pelo mercado, com os mais diversos tipos de negócios da web, que por sua vez procura acompanhar o dinamismo destas surpreendentes redes de informações, que se expandem até o limite de armazenagem e compreensão do conhecimento adquirido, empurra os negócios para horizontes ainda desconhecidos, que somente a evolução da web poderá permitir a sua decodificação.

 

Em outras palavras, o presente depende do futuro das tecnologias.

Isto faz do cliente internauta o avatar do mundo comercial digital, que assume o seu papel de consumidor e participante ativo das diversas alternâncias comerciais, em um momento consumindo e em outro nutrindo os sites e portais por onde navega, causando a criação de mais variações de negócios na web.

O crescimento do número de vezes que o avatar consumidor acessa os sites e portais presentes na Internet estimulam o aumento de investimentos em tecnologia por parte das empresas, sedentas por novos nichos de mercado e seus clientes.

O ciclo vicioso das tecnologias da informação e comunicação está formado, e todos nós, querendo ou não, pertencemos e estamos envolvidos por ele. 

 



Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 14h24
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O site da sua empresa.

 

Avatar empresarial.

 

As tecnologias da informação e comunicação prometem sempre maior agilidade e rapidez, porém alguns canais importantes, como a qualidade do fluxo de dados a Internet, podem prejudicar a integração nas relações comerciais.

As oscilações ou quedas de energia elétrica, mesmo que esporádicas, quando acontecem são sempre um transtorno para as empresas, em vários aspectos, desde a segurança até a qualidade de atendimento aos clientes. Também a interrupção dos serviços de dados, quando falham por qualquer motivo, deixa um rastro de prejuízos financeiros, e muitas vezes arranham a imagem da empresa, pois o cliente pode estar a centenas de quilômetros do problema.

Quando um cliente entra em nossa loja, virtual ou não, ele espera ser bem atendido, com a apresentação e explicações, técnicas e financeiras, necessárias para a aquisição de um produto ou serviço, qualquer transtorno ou dificuldade de compreensão serão prejudiciais à comunicação entre as partes envolvidas e dificultar os acordos da negociação, pois a Web leva a empresa até a casa do nosso consumidor, representando a organização de uma forma digital.

Deste modo, o site empresarial é o Avatar da empresa fisicamente existente, e como tal deve apresentar o negócio, aos clientes, conforme sua imagem original, em todos os seus detalhes.

Desde a fachada da empresa, as cores empregadas externamente e internamente do prédio, logotipo, até a apresentação dos produtos e serviços, são todos componentes do Avatar Empresarial.

Completa esta imagem virtual, a metodologia de atendimento e de comercialização, que não pode exagerar nos recursos tecnológicos para não afastar internautas, que acessam a rede com computadores limitados por configurações com poucos recursos.

O Avatar Empresarial, também precisa estar capacitado para ser acessado em celulares, smartphones e tablets, assim sendo, pois os clientes interagem a cada dia mais com estes equipamentos móveis, e sua empresa não pode desconsiderar a oportunidade de ficar sempre próxima das necessidades e dos desejos dos seus consumidores, para promover a empresa e seus produtos e serviços.

Se o empresário conseguir fazer com que seus clientes carreguem sempre junto com eles o seu Avatar Empresarial, para caso tenham a necessidade adquirir um produto ou serviço, de qualquer lugar, no momento que for mais oportuno para eles, terá conseguido retornar parte ou mesmo todo o investimento empregado no desenvolvimento e manutenção do Site Empresaria, conhecido, agora também por Avatar Empresarial.

 

 



Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 01h18
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Estar com as informações estocadas em algum lugar. Uma solução ou mais um novo problema?

Informação a energia dos nossos dias. 

A energia elétrica nasceu para ser gerada e distribuída localmente, depois de algum tempo alguns visionários, como Thomas Edison e outros cientistas, viram como um maravilhoso empreendimento, e assim, desenvolveram uma rede para disponibilizar a qualquer cidadão a energia necessária para sua residência ou empresa, e ainda acender as lâmpadas desenvolvidas por Edison.

Atualmente um novo e surpreendente inventor e empreendedor, Steve Jobs, com o suporte de centenas de cientistas, também criativos e inovadores, com a disponibilidade de recursos financeiros e técnicos da sua empresa, a Apple, nos EUA, reacendem a possibilidade de gerar e distribuir, agora a energia dos novos tempos, a informação.

Na verdade isto não é inovador, mas a forma de atender as mais diversas necessidades dos clientes tem a possibilidade de ser.

Para quem reinventou o computador pessoal, o celular e os tablets, assim como aconteceu com as lâmpadas de Edison, Jobs segue o mesmo caminho de 120 anos atrás, para aproximar produtos e serviços, atraindo ainda mais clientes para o seu negócio, garantindo o livre e fácil acesso para todos, estocando, gerando, distribuindo e comercializando de forma inteligente a informação.

É evidente que a evolução das tecnologias dos smartphones, com o apoio dos tablets, além dos netbook, notebooks e claro os remanescentes desktops, presentes nas empresas e nas residências, oferecem a demanda necessária para o sucesso de um datacenter que disponibiliza as informações que todos querem, através da integração dos aplicativos para acessá-las.

O que vinha acontecendo com grande parte dos consumidores, empresários e pessoas em suas casas, era a desconexão entre a informação e as interfaces das tecnologias da informação e comunicação disponíveis para sua utilização.

Agora, talvez, a Internet comece a ser mais compreendida comercialmente, por parte dos empreendedores ressabiados sobre as reais possibilidades comerciais da sempre crescente e descompromissada rede mundial de internautas.

 

 

 



Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 09h35
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A tecnologia é a culpada pelo desemprego?

 

A convivência com constantes revoluções tecnológicas, que surgem a todo instante, com apoio das mais diversas ferramentas das tecnologias da informação e comunicação disponíveis, ou ainda em desenvolvimento nos laboratórios, nos deixou desatentos em relação à nova ordem econômica e social do mundo, e das conseqüências para a humanidade.

As que redes sociais possibilitam, desde dissimilação de uma idéia pelo mundo em poucos segundos, até o simples e livres acessos individuais às mais complexas informações científicas e sociais.

Apesar desta abertura à total disponibilidade ao conhecimento, de todos para todos, muitos trabalhadores sofrem com as suas próprias falta de habilidade, e também dos seus governantes, em se adequar às constantes alterações das necessidades de consumo pelo mundo.

Durante muitos anos, principalmente nas décadas de 80 e 90, se falou no impacto social que seria causado pela progressiva substituição do homem pelas máquinas para a sustentação do crescimento da economia mundial, porém a população das máquinas de alta tecnologia continua a crescer de forma acelerada, expulsando a população de trabalhadores do seu habitat profissional.

Esta invasão das tecnologias na Terra provoca algo realmente terrível para a humanidade, o temível desemprego e ancorado a ele a miséria, e todos os demais males que acompanham estas duas mazelas da humanidade.

Na verdade, o homem está buscando alternativas de sobrevivência, alguns encontram outros meios de sobrevir, através de novas funções no mercado de trabalho, mas ainda muito aquém da necessidade de absorção do crescimento da população economicamente ativa no mundo, mesmo porque, boa parte desta recolocação depende de estudo e adequação profissional, muito distante da realidade, para a maioria dos trabalhadores do planeta.

As sucessivas revoluções tecnológicas que vivemos em períodos cada vez mais curtos de tempo, deveria nos obrigar a ter igualmente novas atribuições funcionais que atendessem esta demanda, mas a obrigação em reter o conhecimento passado atropela qualquer chance de atualização profissional.  

Para um pedreiro não basta mais somente saber assentar os tijolos com argamassa, é também fundamental que saiba ler, entender e analisar uma planta de uma casa na tela de computador, e discutir com seus colegas sobre a forma mais produtiva de erguer uma parede, por exemplo.

Esta situação há dez anos faria parte de um filme de ficção, porém hoje está presente em qualquer canteiro de obras.

Temos, ainda, algum tempo para reverter esta situação, mas para isto acontecer à globalização deve extrapolar as relações de compra e venda e chegar a proporcionar condições de capilarizar a cooperação de novos conceitos funcionais e profissionais, para a harmoniosa convivência entre os trabalhadores e as tecnologias, assim desde os governos, empresários, sindicatos e até você, empregado ou não, passam a ter uma nova responsabilidade na participação das revoluções.



Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 11h16
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O que aconteceu com a inocência da Internet?

O mundo, ao longo dos séculos, vai envelhecendo e adquirindo as mais diversas experiências, sejam elas benéficas ou maléficas, o importante é assimilar as informações e fazer delas conhecimento para o desenvolvimento da humanidade.

Assim são as grandes descobertas, perturbadoras ou acalentadoras, ou os acontecimentos, como as catástrofes climáticas, as grandes guerras mundiais, o fatídico 11 de setembro de 2001, quando definitivamente a terra perdeu sua virgindade e passou à fase adulta de uma forma dura, como milhões de seus habitantes já passaram.

Neste final de 2010, uma nova fase, a descoberta que quando somos racionais nos relacionamentos, nos levam a estabelecer diálogos verdadeiros e sinceros, que trazem uma sucessão de fatos decorrentes que não podem ser controlados, ou seja, a verdade é importante, mas podem magoar e marcar as pessoas para sempre.

O site WikiLeaks e seu fundador Julian Assange, lançam ao mundo que a Internet também deixou a sua eterna inocência e passou para o mundo adulto, mais uma vez isto acontece de forma contundente, como muitos acham que deve ser a ultrapassagem desta fase do relacionamento humano.

No final da primeira década dos anos 2 mil, assim como aconteceu no seu início, o mundo presencia a entrada de uma das suas maiores criações, a Internet, para uma nova fase da vida.

Chega de somente brincadeiras, bate-papos, e-mails descompromissados, sites e portais de relacionamento, a Internet, agora também é de fato dos mais velhos, chatos, retrógados, ranzinzas e sérios adultos.

As informações contidas nas redes sociais, sites e portais, passam a ter uma nova ameaça, ou oportunidade, a verdade que afeta definitivamente os relacionamentos humanos.

Até então a juventude da Internet tratava isto apenas como compartilhamento, a partir da segunda década dos anos 2 mil, será atendida pelo nome de participação, ou seja, a informação passa a ser conduzida nas redes mundiais de forma adulta, responsável, não mais uma mera comunicação, mas um item para a composição do conhecimento da humanidade.

 



Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 10h34
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A informação e suas facilidades prejudiciais a saúde dos mais velhos.

 

Os jovens são capazes de não entrarem em pânico mesmo com uma infinidade de informações passeando em frente aos seus olhos, ao mesmo tempo, em frações de segundo, apenas olham, analisam e degustam a tecnologia, e depois simplesmente interagem com ela.

Vamos imaginar um jovem encontrando vários grupos de amigos e milhares de livros interessantes, em uma biblioteca há mais de cem anos atrás.

Qual a possível reação deste nosso ancestral?                                      

Resposta simples:

- Ficaria com os amigos do lado de fora da biblioteca, deixando de absorver a sabedoria do mundo, muito provavelmente porque ele seria semi-analfabeto, ou também porque era muito melhor ficar batendo papo e olhar o movimento dos modernos carros Ford T (fabricados entre 1908 até 1927).

Puxe seu Netbook para mais perto.

Vamos conversar sobre este assunto.

Hoje, o universo social está inserido na vastidão de informações interligadas, propiciando a todos, que tenham um computador e que acessem a Internet, a possibilidade de estarem com seus amigos e também pessoas ainda desconhecidas, junto a milhões de possibilidades de alimentar os seus níveis de conhecimento, sobre infindáveis variedades de assuntos, dentro e fora de bibliotecas digitais, e mais a possibilidade de ouvir e ler sobre as notícias do que está acontecendo neste instante, em qualquer parte do mundo.

É evidente que todos os excessos precisam ser controlados, mas as tecnologias da informação estão nos trazendo à possibilidade de realmente usarmos nossa capacidade cerebral para aguçar ainda mais a curiosidade pelos acontecimentos que nos rodeiam e afetam.

As empresas de tecnologia nos apresentam as facilidades, os equipamentos e os canais para saciarmos a ganância por mais conteúdos e relacionamentos, não existem preconceitos que possam frear a febre imposta pelo mercado da necessidade em conhecer a informação antes de todos os outros.

Este caminho, em nuvens ou no chão mesmo, não tem mais volta.

Os telefones, já nos ajudaram os livros impressos também, agradecemos muito, mas hoje, ambos vão ficar como boas lembranças do passado, as inovações estarão substituindo os velhos padrões e conceitos, e em breve todos serão jogados para a dispensa de nossas memórias e depois para o saudosismo das conversas entre pais e filhos.

Afinal, qual o problema de nossos filhos entrarem na biblioteca de informações que interessam a eles agora, e ao mesmo tempo, ficarem conversando com os amigos e interagindo com acontecimentos e notícias do momento?

Como podemos questionar uma sociedade que está tentando aprender a conviver com imagens e sons digitais entre si, sem o apelo da aproximação física. Podemos conversar, nos ver e até perceber as características do local, sem estar realmente lá.

Parece que as tecnologias estão perturbando os mais velhos, principalmente quanto à percepção da falência dos antigos modelos de acesso a informação e da sua transformação em conhecimento para a vida.

 



Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 09h56
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A necessidade futura.

O que desejo dos meus clientes?

 

Gostaria que todos os meus clientes fossem fiéis aos produtos e serviços que a minha empresa oferece a eles.

Se eles soubessem as dificuldades que preciso enfrentar para disponibilizar os seus desejos nas prateleiras, certamente voltariam sempre.

Mas, talvez isto não interesse mesmo, apenas querem ter acesso às novidades e promoções, disponibilizadas periodicamente na empresa. Quando isto acontece o faturamento ultrapassa fácil o ponto de equilíbrio, e o lucro líquido entre na margem de conforto.

Porém, infelizmente, isto não acontece sempre, algumas vezes os concorrentes conseguem ser mais atrativos e competitivos, e assim, atraem os consumidores para dentro das suas empresas, deixando apenas alguns clientes desavisados passarem pela calçada sem serem fisgados por suas campanhas de descontos e ações de marketing.

Puxe seu Notebook para mais perto.

Vamos conversar sobre o assunto.

Para atender os meus clientes e buscar outros no mercado, são utilizados os recursos de tecnologia da informação disponíveis, através de um aplicativo empresarial se tornam possíveis análises como: do cadastro de centenas de pessoas, suas últimas compras e até mesmo suas necessidades atuais.

Também, através deste mesmo sistema de informática, o fluxo de caixa pode ser alimentado e analisado diariamente, assim, são evitados os desarranjos dos recursos financeiros, também os resultados financeiros são examinados periodicamente, o que possibilita as devidas adequações dos custos e preços de venda, em um prazo de tempo aceitável.

Por meio da integração de todas estas informações conheço muito bem a empresa e os meus clientes, além de conseguir a aproximação junto a eles, o que permite o gradual aumento das vendas dos produtos e serviços da empresa.

Na verdade desejo ainda mais dos meus clientes, alguma coisa posterior à fidelização deles pela minha empresa, como poder reconhecer suas necessidades futuras, para a realização deste empreendimento toda a organização, desde os seus processos funcionais e operacionais, até as ações de marketing, precisam estar direcionados à inovação  

Com esta informação coletada, pesquisada e desenvolvida na empresa, transformando-a em conhecimento, com o apoio de todos os empregados, e a partir deste momento ter a estrutura necessária para criar os produtos e serviços, frutos destes diferentes desejos de cada grupo de clientes, o negócio poderá fazer parte do cotidiano das pessoas, pois estará pronto para atendê-los, antes mesmo de sentirem a necessidade de adquirirem qualquer coisa.

Quando dispuser da necessidade futura, a pergunta carece ser repetida:

- O que desejo dos meus clientes?



Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 13h59
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Informatizar para usar a informação.

 

Saber o resultado da empresa neste mês que passou, se ela obteve lucro ou prejuízo, deveria ser algo trivial, porém, para muitas organizações é o início de um enorme problema causado pela falta de informações.

Na verdade, é mesmo uma tarefa trabalhosa, que demanda meses de trabalho dedicado para a captação, tabulação e análise dos dados empresariais, até chegar a ser aceita como a única fonte sobre a verdadeira posição do negócio, por parte de todos os empregados, e principalmente pelo proprietário do negócio.

Neste instante a informática sempre é lembrada como a ferramenta salvadora, pois através dela o gestor conseguirá tomar a melhor decisão para a competitividade empresarial.

Puxe seu Notebook para mais perto.

Vamos conversar sobre este assunto.

Primeiramente vou lembrar uma máxima da informática:

- Se entrar lixo nos aplicativos, certamente sairá lixo, como informação.

Ou seja, se você inserir dados errados nos computadores e sistemas integrados, eles certamente terão informações erradas armazenadas e conseqüentemente você tomará atitudes comprometedoras.

Algo simples e lógico que sempre é deixado de lado pelos empresários, a qualidade na captação dos dados empresariais, muitas vezes por ignorância, mas também por desleixo, ou pelo simples fato que as informações geradas pela empresa serão desprezadas para a maioria das ações gerenciais.

Uma ação simples como reduzir os preços de venda de determinados produtos, normalmente faz com que a área comercial siga cegamente os maiores concorrentes, pois é preciso acompanhar a evolução do mercado, dizem eles, não se importando, ou desconhecendo as conseqüências financeiras para a empresa, como vender produtos ou serviços abaixo dos custos.

Outra informação para ser lembrada:

- O pior colaborador é aquele sujeito ignorante com iniciativa, ainda mais quando ele tem algum poder de decisão no negócio, e em razão desta posição privilegiada, copia as ações dos outros, por compreender que este é o melhor caminho.

Mas o investimento em computadores, aplicativos, treinamento, inserção de dados, padronização de processos funcionais e operacionais, não deve ser mal utilizado, portanto a informatização tem que se transformar em um conjunto de ferramentas para disponibilizar informações com qualidade e rapidez ao gestor do negócio, como também para seus clientes e fornecedores e parceiros.

Informatizar para usar a informação, esta é a finalidade de se ter os computadores e aplicativos na empresa, a disposição do administrador e dos empregados na empresa.

Quando a informação, adequadamente utilizada, se transforma em lucro para a empresa, significa dizer que cada R$ investido nas tecnologias da informação e comunicação está sendo pago, com juros e correção monetária, gerando valor agregado aos produtos e serviços comercializados e ancorado a isto, proporcionando segurança e confiabilidade a todos os envolvidos.



Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 11h38
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A luta do livro impresso para sobreviver ao digital.

 

Imagine um produto de 555 anos suportar todos os tipos de atrocidades, desde incêndios até perseguições religiosas e ditatoriais, mas a valentia e a coragem impediram o seu fim, talvez e principalmente pela presença de exércitos de seguidores e adoradores em proteger a sua potencialidade em disseminar o conhecimento de geração em geração.

De repente sem muito alarde surge um inimigo acanhado, mas um segundo contingente foi para a batalha com um exército de milhões de fiéis combatentes, que inicialmente querem conquistar um espaço deixado pelo inimigo, já cansado de lutar para sobreviver.

Puxe seu Netbook para mais perto.

Vamos conversar sobre o assunto.

Para se manter vivo e ativo no mercado, o livro impresso tem a sua disposição as seguintes armas:

·         Um fabuloso contingente de soldados, espalhados em milhões de bibliotecas, armados até os dentes em fortalezas de madeira ou aço.

·         Centenas de milhões de seguidores espalhados pelos cinco continentes.

·         Uma indústria espalhada pelo mundo, que evoluiu muito ao longo de quase seis séculos.

·         Governos que arrecadam bilhões de dólares em toda a cadeia produtiva e por isto defendem a continuidade do livro, como sempre foi produzido.

Para entrar e conquistar o mercado, o livro digital tem a sua disposição as seguintes armas:

·         Apresentar uma tecnologia atraente e hipnotizadora.

·         A pré-disposição de centenas de milhões de soldados que adoram utilizar as inovações tecnológicas, seja ela qual for.

·         Uma indústria que lentamente vai produzindo os livros digitais, que ainda confundem os consumidores, em função da diversidade de produtos, mas que por isto mesmo vendem milhões de produtos todos os meses.

·         Governos, atentos em estabelecer os impostos sobre o novo produto e seus complementos, que podem alavancar a arrecadação na base de consumo e não mais repartir com toda a cadeia produtiva, espalhada principalmente nos países mais desenvolvidos, desde o papel até os encargos trabalhistas.

A tolerância do convívio entre ambos, por enquanto persiste, e assim deve permanecer durante alguns anos, mas chegará um momento em que as limitações do livro impresso começaram a prejudicar os vendedores de conhecimento, que terão no livro digital um enorme diferencial de marketing, através de suas sem número de facetas tecnológicas.

Mas a luta será cada vez mais um clássico mundial, que qualquer diferencial competitivo poderá mudar radicalmente o final.



Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 18h06
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O contágio pela síndrome da vitória anunciada.

Existem algumas pessoas que ficam de plantão pregando o desastre eminente, algumas vezes, por força da estatística, ou pela Lei de Murphy, acaba acontecendo, mas na grande maioria dos casos os acidentes têm uma chance mínima de existir e ainda afetar o desempenho da empresa.

Puxe seu Notebook, com cuidado para não cair, para mais perto.

Vamos conversar sobre o que pode vir a acontecer com o seu negócio.

Estas duas frases, acima, explicam o que é esta síndrome do desastre anunciado. A primeira frase alerta sobre o manuseio correto do equipamento a segunda, apesar de ter diversas interpretações, em virtude do assédio da primeira, induz ao pensamento negativo, que algo está para dar errado.

Se a primeira frase fosse assim:

Puxe seu Notebook para mais perto.

Sem o alerta do perigo, a segunda frase deixaria de ser contagiada, e a sua interpretação ficaria a cargo do humor do leitor, o que poderia ser mais interessante para o texto.

Na empresa acontece algo semelhante, quando após sucessivos erros de gestão, os empregados, quando solicitados a modificar suas atribuições, pregam o desastre anunciado, ou falam o seguinte, entre eles:

- Eu sabia, vão mexer com a gente, espremer até sair sangue e depois contratar alguém pela metade do meu salário.

- É assim que começa o fim de alguém que se dedica de corpo e alma para uma empresa de terceira categoria.

Ou:

- Mudar os processos novamente? Para quê? Nada vai mudar mesmo. Não vou perder mais tempo com estas idiotices sem nexo de um gerente sem capacidade, um burro mesmo.

Adivinhe qual será o futuro, muito próximo, desta empresa.                      

Porém, felizmente, existe o outro lado desta moeda, o contágio pela alegria, ou a síndrome da vitória anunciada.

Entrar em campo, digo, no mercado, com o objetivo de vencer, conquistando fornecedores, consumidores e até mesmo os concorrentes.

Como espalhar esta epidemia da alegria?

Não dar razões para que a “torcida do contra” tenha espaço na organização, com atitudes de interação dos objetivos e das diretrizes da empresa, com os anseios de cada colaborador. Não deixar que existam motivos para a fabricação de coitados e órfãos do conhecimento ganhe espaço.

Deixar claro que o sucesso profissional e pessoal de cada um, depende da dedicação de todos, para fazer da empresa uma atração surpreendente para o mercado.

Para que isto aconteça todos devem compreender a sua importância nos processos operacionais e funcionais, ou, quem são seus clientes e fornecedores internos, e de quais produtos e serviços, de que eu sou responsável, eles dependem.   

Com a corrente forjada no fogo da alegria em estar ali, exercendo com qualidade e interesse a sua função, será muito difícil alguém ter tempo em buscar a defesa de seus erros na síndrome do desastre anunciado. 



Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 11h42
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Os primeiros dias da sua empresa.

 

O primeiro dia nunca será esquecido.

Abrir uma empresa nunca será simples, não importa sua atividade, porte, ou localização, para qualquer empreendedor é o início de uma viagem por alguns caminhos conhecidos e muitos outros totalmente desconhecidos, e algumas vezes inexplorados.

Puxe seu Netbook para mais perto.

Vamos conversar sobre o assunto.

Após um sonho original, muitas idas e vindas, algumas noites sob forte angústia, um plano de negócios rabiscado centenas de vezes, análises, longas conversas com a família, trocas de opiniões, consultas na Internet, em livros, no SEBRAE e evidentemente fortes doses de coragem, é dado o primeiro passo, para uma longa jornada, é feita a abertura da empresa.

Sem aquela festa sonhada, são nove horas da manhã, as portas foram abertas, os clientes começam a entrar, parecem curiosos com a novidade na rua, ainda ressabiados, vão comprando, outros apenas olham, e você ali, agitado, querendo que tudo aconteça sem imprevistos, apenas que todos fiquem satisfeitos e se possível apreciem a novidade de um novo ponto de venda naquele pedaço de calçada.

Mas é evidente que a Lei de Murphy estará sempre disposta a se fazer presente. Uma pane rápida no computador, o suficiente para querer voltar ao passado e realizar todos os apontamentos no papel, com um simples lápis.

De repente uma lâmpada queima; o banheiro entope; uma senhora passa mal; uma criança chora e alguns clientes elogiam a beleza da loja. Uma coisa boa!

Tudo, assim, parece acontecer em um só instante.

O tempo vai passando, a adrenalina cresce e diminui, chega a hora de fechar as portas.

Tudo está uma bagunça, no caixa, no balcão, nas prateleiras, até parece que passou um tornado, e que bom, as vendas aconteceram.

O resultado do dia?

Cansaço e a sensação que poderia ter sido melhor. Algumas coisas poderiam ser evitadas. Lucro? Ainda não se sabe se ele aconteceu.

Umas idéias vão surgindo, alguém poderia ir arrumando as araras e prateleiras, após cada avalanche de mãos olhando os produtos.

Uma servente para a limpeza, para a água e o cafezinho, seria muito útil.

Um segurança, um manobrista, mais um atendente, isto seria um bom diferencial, além de proporcionar mais tranqüilidade para todos. Pensando bem, o custo fixo aumentaria, e o resultado poderia ser afetado. É bom esperar passar os primeiros dias.

Por outro lado, ter formado os preços de venda, utilizando margens de lucro diferentes para cada grupo de produtos proporcionou mobilidade na comercialização e na forma de oferecer descontos comedidos, sem empolgação de iniciante, com quase desespero de vender mais e mais.

Ter um sistema informatizado, integrado ao emissor de cupom fiscal, com todos os produtos lançados e codificados, também ajudou bastante.

O cadastro de clientes precisa ser adequado ao público, ele poderia facilitar a interação entre as duas partes, empresa e consumidor.

Amanhã o controle de estoque será verificado, talvez algumas reposições precisem ser analisadas e depois realizadas, mas dentro dos limites do fluxo de caixa. Aliás, que bom que ele existe, assim é possível visualizar a disponibilidade de caixa ao longo dos meses.

Faltar capital de giro é tudo que não deve acontecer.

Bem, tudo certo, amanhã será outro dia, muitas coisas para acontecerem e nos testar e demonstrar que o conhecimento empresarial é constante e pressiona a buscar soluções e inovações, para atender ainda melhor os clientes e as necessidades da gestão empresarial.



Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 19h07
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