Inovar, empreender e aprender a conviver com dívidas.
A inexistência de crédito para empresas nascentes pode ser considerada como mais um obstáculo ao empreendedorismo no país, junto com outros, culturais, educacionais e governamentais, que prejudicam a evolução empresarial do Brasil. Se alguém lembrar a possibilidade do acesso ao microcrédito, pode desistir, pois nenhum negócio consegue adquirir um equipamento de ponta, ou mesmo compor a necessidade do capital de giro com apenas R$ 15 mil. Sobra, portanto, para o empreendedor as linhas de crédito pessoais, com juros abusivos e prazos apertados, ou se desfazer de seus bens, imóveis ou móveis. Mas sempre existe uma saída, aprender a conviver com o adiantamento de recebíveis, ou melhor, descontar cheques ou adiantar o recebimento futuro dos cartões de crédito. O capital de risco, ou o investimento dos anjos, investidores intrépidos sedentos por dividendo de curto prazo e se possível polpudos, seria um caminho, porém o encontro entre estes investidores e os empreendedores ainda é difícil e repleto de senões dos dois lados. Na visão dos futuros empresários os anjos, donos do capital, se tornam sócios do empreendimento com o objetivo traçado de fazer valer a opção de vender a parte deles, ou toda a empresa, conforme o contrato firmado entre as partes, para outra pessoa interessada, e a desconfiança impera no relacionamento. Mas e o sonho de uma ideia transformada em uma startup de sucesso, para onde irá? Talvez, com raras exceções, em direção ao longo e torturante caminho do fechamento precoce, apesar da ideia excelente, da viabilidade financeira e comercial confirmada, alguns negócio sobrevivem, e conseguem segurar a onda sufocante da falta de recursos financeiros para o capital de giro da empresa e ainda, para a aquisição de máquinas e equipamentos de ponta. Existe a saída menos traumática, desde que o negócio seja estruturado para vencer algumas barreiras, todas fincadas na gestão empresarial, como as financeiras, comerciais, administrativas, de pessoal e até mesmo a cultural. Primeiro e o mais importante, pense na sua empresa no fundo de quintal, pequena, mas totalmente sobre o seu domínio. Pensar grande agora não irá ajudar em nada, apenas provocar uma sensação de derrota, caso o sucesso demore a acontecer. Segundo, estar convicto que o seu produto ou serviço representa realmente uma necessidade de mercado, as pessoas precisam ou desejam o que quer vender para elas? Terceiro, definir o nicho de mercado, alinhado ao plano de negócio? Quarto, elaborar o custo de produção, com a confirmação dos valores por parte dos fornecedores, inclusive as quantidade mínimas e máximas de estoque, e formar o preço de venda, através dos critérios de precificação, ou seja, analisado o quanto o consumidor quer e pode pagar. Quinto, administrar o estoque para não ultrapassar os limites do capital de giro mensal. Sexto, estruturar a logística, para atender os seus clientes? Sétimo, aprender a conviver com as dívidas, e lembrar que diferentemente das pessoas físicas, as empresas precisam gerar débitos para conseguir obter créditos, como também é muito melhor comprar com prazo do que pagar a vista.
Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 07h58
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A empresa cresceu e o mercado exige investimentos.
Quanto mais o tempo passa, maior a dificuldade por parte dos empresários, de perceber o momento certo de investir no desenvolvimento da empresa. Desenvolver não significa somente crescer, mas acompanhar e ajustar a empresa à evolução do mercado. Muitas vezes os sócios do negócio não percebem esta necessidade, por estarem mergulhados no dia-a-dia da gestão, ou por uma das partes não concordar com o desembolso, ou empréstimos bancários, para a aquisição de máquinas e equipamentos, ou ainda, a mudança de local, para uma área maior e mais adequada às relações empresariais com fornecedores e consumidores. As angústias ficam rondando as cabeças dos gestores, enquanto o mercado exige os ajustes necessários por parte da empresa para melhorar esta relação em alguns aspectos fundamentais, como atendimento, estoque, preço, prazo de entrega e de pagamento, dentre muitos outros. O perigo de não compreender os pedidos do mercado está na abertura de oportunidades para os concorrentes, e também nas possíveis perdas de clientes, e até o afastamento de novos consumidores, influenciando os resultados comerciais e financeiros da empresa. Para estas ocasiões o Super-Herói, defensor dos empresários desesperados e receosos das suas ações, é o Plano Estratégico Empresarial, ferramenta ideal para analisar os limites e potenciais da empresa em relação às necessidades e desejos do mercado, encaixando a estrutura organizacional às possíveis oportunidades de negócios. Muito bem, uma coisa é o mercado querer, outra está na existência de possibilidades comerciais e financeiras, para atender a inquietação dos consumidores. Por onde começar? O melhor início é pela análise dos resultados financeiros da empresa nos últimos 18 meses, com apoio do DRE – Demonstrativo de Resultados do Exercício, normalmente de forma mensal. Este demonstrativo informa, por exemplo, o Lucro Operacional e Líquido da empresa, como também o ponto de Equilíbrio (faturamento mínimo para cobrir os custos). Se o lucro operacional, resultado antes das despesas financeiras, parecer estático, ou com tímida oscilação, para cima ou para baixo, pode indicar a estagnação do negócio, ou mesmo a acomodação do mercado consumidor, ou seja, é hora de se mexer, buscar novos consumidores. Outro indicador é a relação entre os custos fixos e o faturamento, se este percentual prejudicar a formação dos preços de venda, por elevar demais os valores, afastando-os da concorrência, os ajustes precisam ser feitos, ou reduzindo alguns itens dos custos fixos, ou procurar aumentar o faturamento até um patamar aceitável, através de ações de marketing mais provocantes e acessíveis aos limites da empresa. Analisar o comportamento dos mercados, fornecedor, consumidor e concorrentes, e realizar um plano de ação para adequar a empresa a eles, também faz parte do coquetel de adequação do negócio às novas realidades comerciais.
Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 07h57
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A suprema arte de escolher os preços de venda.
O empresário após elaborar corretamente os custos, calcular adequadamente o índice de comercialização, formar o preço de venda, e ajustá-lo ao mercado, através dos recursos da precificação, ainda precisa escolher qual será o último algarismo colocado no valor, para a visualização dos consumidores. Isto mesmo, a definição final do preço de venda de um produto ou serviço não depende do custo de compra, dos custos fixos, dos impostos, e nem da margem de lucro, mas sim da sensibilidade visual do valor impresso na etiqueta do produto ou na informação impressa do preço. Isto pode acontecer, por exemplo, no preço de um computador da empresa Dell: R$ 1.499,00, e por que não R$ 1.500,00, ou R$ 1.490,00? Também presente em um tênis da Nike R$ 449,90; em um livro de Pediatria R$ 133,90, e na Boneca de R$ 129,90. É a regra do algarismo 9, neste caso, muito menor que o algarismo zero. Existe o caso do algarismo 8, nos aparelhos de T¨V LCD da marca AOC, por R$ 1.558,00 ou R$ 1.248,00, conforme as dimensões do televisor. Em uma breve análise dos preços informados em revistas e sites, em dezenas de empresas no Brasil e fora dele, foi verificado que quase 90% dos valores têm os algarismos 8 e 9 no final do número inteiro, ou nos centavos. A explicação pode ser simples, o valor redondo, por exemplo, R$ 1.500,00 pode ser percebido pelo consumidor muito superior a R$ 1.499,oo, apesar da diferença de R$ 1,00 entre eles, ou 0,07%. Mas a verdade é outra, a adoção dos algarismos 8 e 9 virou um padrão, um verdadeiro mito comercial e financeiro. Algumas vezes sofrem a pressão dos clientes, em razão de uma suposta falta de troco, por parte dos caixas das empresas, mas o Banco Central para facilitar esta operação, disponibiliza atualmente (março de 2012), 19 bilhões de moedas em circulação no país, sendo que 3,19 bilhões são moedas de R$ 0,01. São aproximadamente 98 moedas para cada um dos 194 milhões de brasileiros, não deveria, portanto, faltar troco para ninguém. A evidência da sensação visual de estar abaixo de um valor alto, mesmo que, na maioria dos casos, a diferença pareça insignificante para o consumidor, prevalece sobre a razão matemática. Existem algarismos que são banidos destas escolhas para o valor unitário ou nos centavos, como: 3, 4 e o 6. Já os algarismos 1, 2 e 5 conseguem aparecer por algumas vezes. Porém o 7 sofre de bipolaridade, pois, apesar de ter um certo mistério em sua volta, como por exemplo ser o número da sorte, raríssimas vezes é encontrado nos preços. O zero é um caso à parte, pois ele é causa da adoração dos algarismos 8 e 9, afinal representa o número redondo, o valor alto, o preço nas alturas, mesmo que a diferença seja de R$ 0,10 ou R$ 0,05, entre eles. Empresário, após formar o preço de venda de seu produto ou serviço, não se esqueça do algarismo certo no final do valor a ser ofertado aos consumidores, são dez opções, mas o seu cliente pode achar muito caro, ou ainda, o concorrente consiga oferecer um valor diferente e mais atraente do que o seu.
Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 15h17
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A suprema arte da formação dos preços de venda.
Formar os preços de venda é uma tarefa simples, mas isto apenas na visão ainda inocente dos iniciados na gestão empresarial. A verdade é que todos deveriam ter mais atenção, e dedicar mais tempo, no manuseio das informações financeiras da empresa, ainda mais quando se trata de elaborar os custos e formar os preços de venda dos serviços e produtos, pois esta atividade pode afetar, positivamente ou negativamente, as relações comerciais com fornecedores e consumidores. Quando estas ações são perigosamente realizadas sem os conhecimentos básicos sobre a precificação, e acaba substituída de forma displicente pela facilidade contagiante de um multiplicador único, quase enigmático, aquilo que poderia ser o propulsor para o aumento da competitividade se torna um vírus, causador de inúmeras doenças empresariais. Existe a chance de o empresário decidir, por qualquer razão, que é necessário eliminar a utopia do número mágico, para correr atrás da realidade do mundo empresarial, deveria encontrar o mapa do tesouro na fórmula prática: Preço de Venda = custo X índice, mas algumas vezes se depara com as mais diversas desculpas para tentar justificar a continuidade da utilização do misterioso número. Porém, a única maneira de desvendar a realidade empresarial, coberta por interferências externas e internas, sujeitas às oscilações do mercado e da própria empresa, seja formar o preço de venda, através de exercícios sérios e meticulosos da gestão financeira e comercial sobre o negócio. Para compreender melhor este modelo de gestão, aplicada à precificação, é necessário analisar os dois parâmetros da fórmula separadamente. O custo – proveniente originalmente do mercado fornecedor, carrega ainda impostos, frete e a angústia de manter ou não o produto ou serviço no estoque. O índice – um número criado em duas terras separadas por um mar recheado de diversas variáveis, controláveis e incontroláveis, sujeito às intemperes dos mercados concorrente e consumidor, responsável pelo sucesso ou insucesso das vendas dos produtos e serviços. No entorno destes dois parâmetros orbitam informações, necessidades e desejos, da empresa e do próprio mercado. Também são eles os elementos fundamentais para os oito tipos de formação de preços de venda: 1. Calculado – calculado a partir dos números da empresa, com a margem de lucro definida, para atender os requisitos da empresa. 2. Precificado – resultado da verificação do mercado para assim, ajustar a margem de lucro às expectativas dos consumidores. 3. Predatório – preço abaixo do custo de compra, provocando o sacrifício da margem de lucro. 4. Penetração – preço com margem reduzida, até o limite calculado, para no mínimo cobrir o custo, os impostos, os custos fixos e outros percentuais relativos à comercialização. 5. Parasita – preço dependente da margem de lucro dos outros itens. 6. Inflacionado – preço inflado artificialmente, através de percentuais acima da margem de lucro, para cobrir possíveis descontos. 7. Isca – preço para induzir o cliente a adquirir um determinado item, relativo a outros similares, ajustado a uma margem de lucro desejada. 8. Empacotado (kit) – preço definido no conjunto de produtos ou serviços, para suprir a margem de lucro desejada, de um ou mais itens. Estas possibilidades de preços são alguns dos instrumentos que a empresa tem a sua disposição para enfrentar a concorrência, e ainda, conseguir encantar o consumidor, e também é claro atingir os resultados planejados.
Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 12h12
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O difícil momento de oferecer o desconto ao cliente. Passada a tarefa de elaborar os custos e formar os preços de venda, o empresário enfrenta diariamente um momento ainda mais desafiador, quando e como oferecer aos clientes o desconto na compra de produtos e serviços. Existe no nosso país um padrão de exigência do consumidor, o de ser agraciado com 10% de desconto sobre o produto comprado, apesar de no fundo ele saber que o preço quase sempre já está inflacionado, para embolsar esta suposta vantagem na compra. Por outro lado o empresário aceita placidamente o padrão do desconto de 10%, sem procurar argumentar com o cliente, ou oferecer outras compensações pela compra, apenas cumpre o ritual, para não complicar ou dificultar as suas vendas. O grave problema de seguir cegamente a onda do desconto padrão está na drástica redução da margem de lucro sobre o produto ou serviço, que pode afetar perigosamente os resultados financeiros da empresa, principalmente quando esta prática se alastra para todos os produtos ou serviços colocados à venda. Por exemplo, uma margem de lucro de 15% sobre o produto ou serviço, se for oferecido ao consumidor o desconto padrão de 10%, esta margem cai para menos de 9%, são 6 pontos percentuais a menos. Quando analisamos as conseqüências do vírus do ritual do desconto de 10% em uma economia estável, com uma inflação de 6,2% (IPCA de Janeiro 2012), pode causar na empresa, como o efeito cascata dos prejuízos mensais, obrigando o empresário a recompor o capital de giro através de adiantamento de recebíveis, como o do cartão de crédito, até inconseqüentes empréstimos tomados sem qualquer critério ou estudo. Portanto, algum plano de ação precisa ser colocado em prática, para eliminar esta herança dos tempos da memória inflacionária. Não que o desconto tenha que ser abolido da empresa, mas oferecido com critério, sem causar perdas significativas para nenhum dos dois lados. Muitas ações podem cooperar com o negócio para mudar esta situação engessada do desconto padrão, como, por exemplo: Formar os preços de venda com base na precificação, ou seja, ajustado à realidade do mercado e às necessidades da empresa, evitando o leilão, entre a empresa e o cliente, patrocinado pela ignorância dos preços da concorrência. Evidenciar os pontos fortes, em relação aos concorrentes, dos produtos ou serviços colocados à disposição do cliente. Manter a empresa preparada para receber sempre da melhor forma o cliente, mantendo o ambiente propício à comercialização, como também o quadro de empregados direcionados para a satisfação do cliente, sem ultrapassar as regras e os limites comerciais e financeiros da empresa. Estar sempre preparado, para conviver com as ações da concorrência, principalmente quanto ao canibalismo praticado em relação aos preços de venda. Deixar de realizar a venda pelo método mais fácil, aquela com o desconto padrão oferecido automaticamente, junto com o maior prazo possível, procurar, sempre que possível praticar a comercialização e não a venda simples sem diálogo e conquistas, para ambas as partes. Imagine uma pessoa cobrando pelo desconto padrão na caixa de um Hipermercado, ela jamais irá conseguir êxito no seu pedido, mas certamente antes de realizar as compras a cliente escolheu a empresa que oferecesse os melhores preços, ou variedades de produtos. Apesar de tudo o que foi relatado acima, a possibilidade de perder uma venda em virtude de não conceder o desconto padrão é o grande dilema de todos os empresários, mas conviver com o prejuízo também não atrai ninguém.
Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 14h36
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Celular, o melhor amigo do homem.
Qual é hoje o melhor amigo do homem? Se você pensou no cachorro, errou! Os tipos de amizade estão mudando, agora um aparelho que todos carregam no bolso, na bolsa, ou nas mãos, contando hoje com mais de 205 milhões espalhados pelo Brasil, muitos até são utilizados para a comunicação, mas a maior parte do tempo os seus donos os utilizam como um centro de lazer e entretenimento, fazendo dele um verdadeiro amigo, quase inseparável. Isso mesmo, o seu novo amigo é o celular, mesmo porque existem apenas 33 milhões de cachorros nos lares brasileiros, e outros 20 milhões vagando pelas ruas, segundo a associação brasileira de alimentos para animais, quantidade insuficiente para suprir a demanda por amigos no Brasil. Na década de 90 o Tamagotchi, o bichinho virtual, fez muito sucesso entre as crianças e adolescentes, com o passar dos anos ele evolui muito tecnologicamente e se transformou, hoje em dia, no amigo virtual de crianças, adolescentes e também dos adultos. Puxe uma cadeira. Vamos conversar um pouco, eu, você e os nossos celulares. Comece por observar, com mais atenção, uma cena bastante comum nas salas de espera de consultórios médicos e dentários, diversas pessoas sentadas conversando com seus amigos, digo, celulares, ficam ali por horas se for preciso, criando um espaço somente para eles, imersos em mundos reais quando ligam ou recebem ligações, ou imaginários por intermédio de conversas virtuais, jogos ou simplesmente o acesso a Internet. Esta relação extrapola as salas de espera, e se multiplicam pelos mais diversos ambientes sociais dos seres humanos, portadores de telefones móveis, digo, amigos. Não importa o modelo do celular, do simples ao mais sofisticado tecnologicamente, as pessoas simplesmente acessam aquilo que o amigo é capaz de fornecer, pode ser a simples visão da agenda telefônica, com nomes de amigos e parentes, isto já irá satisfazer a interação entre eles, até sofisticados aplicativos e jogos. Neste novo relacionamento, se comparado à amizade com um animal de estimação, um cachorro, por exemplo, o celular leva grande vantagem, não faz xixi no tapete da sala, não come os pés dos móveis, apenas precisa ser plugado na energia elétrica para continuar a nos servir, sem depois de algum tempo abanar o rabo pedindo mais comida, ou energia. O nosso novo companheiro, ou companheira, afinal ele, ela, pode assumir a personalidade feminina ou masculina, a escolha dependerá das convicções sexuais entre as partes, e, ainda, consegue assumir diversos papéis neste relacionamento, desde confidente amoroso, amante, até um comparsa em ações inconvenientes ou contra a lei mesmo. Mas sempre será fiel, até o último watt de energia. Quando surgir o momento de solidão, você o terá ali, substituindo o vazio por um sem números de atividades que podem ser disponibilizadas a qualquer momento. Talvez, por isso, muitas pessoas andam com dois ou mais celulares, assim é possível criar um grupo de amigos, ou se existir o serviço no seu aparelho, acessá-los virtualmente. Finalmente, e felizmente, nunca mais nos sentiremos sozinhos neste mundo. Um abraço ao amigo celular!
Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 12h50
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Os "ses" das dívidas nas empresas.
Adequar os “ses” das dívidas da empresa. Os empresários insistem em achar culpados pelo aumento das dívidas, que invariavelmente, segundo suas declarações, não são eles, mas sim os bancos, e os juros exorbitantes atrelados aos empréstimos e financiamentos, ou ainda, as oscilações de mercado, sem qualquer lógica, que fazem da gestão do negócio um catálogo de profecias, abarrotado de boas intenções, acompanhadas da conjunção condicional “se”. Se o mercado se comportasse desta forma, ou de outra, ou... Se eu não tivesse realizado o empréstimo naquele mês, mas no outro, e, assim por diante. Seja lá como for às dívidas nas empresas sempre existirão, com maior ou menor influência nos resultados financeiros, mas sempre serão totalmente dependentes da decisão tomada por seus gestores. O grande vilão desta história, invariavelmente é a necessidade de recompor mensalmente o capital de giro, muito falado e discutido no meio empresarial, porém, pouco compreendido, e, claro ao universo dos “ses”. Se a empresa amplia a variedade de produtos e serviços, engordando o estoque, de produtos ou de h-H, irá precisar de mais dinheiro no caixa para honrar os compromissos com fornecedores, folha de pagamento ou terceirizados. Se a empresa aumenta o faturamento, irá precisar de mais dinheiro no caixa para complementar o novo nível de estoque. Se a empresa sofre a redução do faturamento, irá precisar de dinheiro no caixa para suplementar a redução de entrada de recursos financeiros, pois os custos fixos se mantêm inalterados e provavelmente os valores de pagamentos aos fornecedores também, até que os estoques se acomodem à nova realidade de retração. Se a empresa sofre com a constante inadimplência, irá precisar de dinheiro no caixa para recompor o capital de giro. Estes “ses de causa” poderiam ser prolongados por diversas páginas, afinal o dia a dia de uma empresa é sujeito a uma infinidade de variações mercadológicas, boas ou ruins, causadoras de grandes ou pequenos impactos nas relações comerciais, mas sempre influenciando o fluxo de caixa da empresa. A dívida já está lá, instalada e acomodada, com a firme intenção de permanecer indefinidamente no caixa da empresa. O empresário com o papel de anfitrião desta desagradável convidada, que algumas vezes entra como penetra no fluxo de caixa, precisa dispor de todas as artimanhas para empurrá-la para fora, ou ao menos mantê-la sobre controle, para que não aconteça o Armagedom Financeiro, causado em função da enxurrada de um sem número de tipos de dívidas, sedentas dos recursos da empresa. Para providenciar a criação sistemática das barreiras contra o excesso de dívidas, alguns “ses de ajuste” são providenciais para o fortalecimento e o desenvolvimento do negócio. Se a empresa mantiver os controles financeiros em dia e alimentando com qualidade as planilhas de análise de resultados, irá precisar do dinheiro que dispõe para manter o fluxo de caixa nivelado. Se a empresa adequar constantemente o estoque de produtos e h-H às realidades do mercado e dos limites financeiros do fluxo de caixa, irá precisar de menos dinheiro para sustentar o capital e giro. Se a empresa limitar ao máximo possível os prazos de pagamentos por parte dos seus clientes, irá precisar de menos dinheiro para sustentar o capital de giro mensal. Se a empresa somente realizar compras a vista quando os fornecedores oferecerem condições sem precedentes, mesmo assim até um determinado limite, irá precisar de menos dinheiro para recompor o capital de giro mensal. Se a empresa utilizar os índices calculados de elaboração dos custos e de formação dos preços de venda, irá precisar do dinheiro adequado para recompor os estoques e ainda atender as necessidades de capital de giro mensal. Estes outros “ses” também poderiam se prolongar nesta explicação. É importante que o empresário tenha sempre em mente que a composição das dívidas e da necessidade de capital de giro fazem parte da sua responsabilidade no cotidiano empresarial. São as suas atitudes providenciais, com base em informações de qualidade, no tempo certo e na medida adequada, sem o vacilo do “se”, que possibilitará a empresa navegar com segurança no mercado, fascinando os seus clientes, e também, trazendo e mantendo a maior parte das riquezas conquistadas.
Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 14h29
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Plano estratégico de reestruturação de dívidas.
A criação de dívidas pressupõe a condição de ter crédito, esta relação contábil sempre será verdadeira para as pessoas físicas ou jurídicas, como também é correto afirmar que é preciso gerar os recursos financeiros necessários para honrar os compromissos assumidos com os credores. Porém, quando por qualquer motivo, interno ou externo ao negócio, o cumprimento com pontualidade dos pagamentos das dívidas assumidas deixa de acontecer, o empresário precisa reestruturar os compromissos assumidos, sem com isto comprometer as relações comerciais da sua empresa. Para atender a esta necessidade de gestão, e continuar a se dedicar a atender os seus clientes, o empresário pode acionar o plano estratégico de reestruturação de dívidas. Mas como fazer? Seguir as três etapas básicas, que são distintas e fundamentais para o seu sucesso: 1. Planificar todas as dívidas da empresa, atrasadas ou não, reconhecendo as instituições credoras, bancos ou empresas, os valores totais, o valor e a quantidade das parcelas e as taxas de juros, de cada uma das instituições. 2. Elaborar o demonstrativo de resultados do exercício do último mês, para identificar o potencial financeiro, através do resultado da empresa, se lucrativa ou não. 3. Identificar os limites financeiros e as datas de pagamentos com o suporte do fluxo de caixa mensal. De posse destas informações o empresário saberá o valor da dívida total, o limite dos seus recursos financeiros, para definir os valores e prazos e, ainda, as melhores datas para efetuar as amortizações. Mas estas operações exigem algumas mudanças no comportamento empresarial, como: · Formar os preços de venda de forma correta, com a determinação do índice de comercialização para cada produto ou serviço. · Limitar a recomposição do estoque à realidade das vendas. · Reestruturar os valores e os prazos das parcelas das dívidas contratadas até o limite planejado, ou possível, através de negociações com os credores. · Fomentar o aumento das vendas até o limite financeiro imposto pela projeção mensal dos custos das mercadorias vendidas. · Fechar todos os “ralos” da empresa, que podem estar escoando recursos financeiros e humanos, importantes para o saneamento proposto. · Manter a constante e diária administração do fluxo de caixa, reposicionando o negócio de acordo com a projeção da variação semanal do saldo de caixa, ou seja, planejar as ações necessárias para recompor o saldo de caixa. · Planejar o destino dos recursos financeiros para que a empresa continue a atender as necessidades de estoque, de capital de giro e também da reestruturação das dívidas. É importante lembrar: O objetivo do seu negócio sempre será o de vender com lucro, produtos e serviços, tudo mais é a conseqüência disto.
Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 19h16
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A análise financeira para crescer.
Chegou o momento de mais uma decisão estratégica para o empreendedor, talvez a mais difícil, pois irá afetar as reservas financeiras acumuladas até hoje.
Definitivamente é preciso crescer!
As oportunidades de novos negócios estão aparecendo e a empresa não tem como atender a demanda, pois não dispõe de recursos humanos, nem da quantidade e variedade de produtos que os clientes agora estão exigindo.
Vamos para a elaboração do 2º Plano de Negócios da empresa, e o que mais irá exigir do empreendedor será sua experiência e capacidade de analisar os limites e potenciais financeiros, administrativos e de produção. Passos do plano: · Contratar mais colaboradores, se for a primeira experiência, pois até então era você e sua família, pode ser um pouco mais atemorizante, mas nada que não possa ser aprendido e administrado. · Sair do fundo de quintal ou alugar um local maior. O momento de romper o corão umbilical sempre é delicado, escolher o local ideal requer estudo, calma e muita negociação com o proprietário do imóvel. Não pode ser deixado de lado o valor do investimento na adequação do ambiente de trabalho. · Analisar o mercado consumidor agora será mais fácil que da primeira vez, pois sua empresa está inserida no contexto empresarial, e você já deve conhecer os perfis dos seus clientes. · Aumentar a capacidade de produção significa estender o ciclo operacional e financeiro da empresa, portanto, a necessidade de capital de giro para manter o negócio será certamente maior que o atual. · Para aumentar a produção, novas máquinas e equipamentos serão adquiridos, a produtividade e o limite de comprometimento financeiro da empresa são determinantes para evitar fortes emoções no futuro. · Você deve reconhecer o valor do ponto de equilíbrio, e as quantidades de produtos ou horas de serviços que determinarão o mínimo a ser comercializado para que a empresa possa honrar seus compromissos. · As instituições bancárias devem ser utilizadas, para compor os investimentos com o imobilizado e também com a necessidade de capital de giro, mas com moderação e análise.
Muito dinheiro envolvido, sem dúvida, mas necessário para a empresa que pretender continuar crescendo e evoluindo junto com o mercado.
Lembre, para conquistar novos nichos de mercado e estar ancorado junto ao mar de oportunidades dos negócios lucrativos, requer do empresário o equilíbrio certo entre investir, conviver com os riscos, oferecer a infraestrutura adequada e manter o controle financeiro, administrativo e comercial da empresa.
Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 09h06
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Os negócios de agora na Web.
A evolução da Web ocorre em outra dimensão de velocidade, muito maior que a atual tecnologia consegue atender. A constante transformação da Web é o retrato da evolução dos negócios que ela disponibiliza, pois anos atrás iniciou suas relações comerciais através de interfaces disponibilizadas na forma estática, e chegou aos dias de hoje, a oferecer uma estrutura mais dinâmica e interativa, onde sistemas integrados oferecem condições para a melhor compreensão das necessidades e desejos dos usuários. Os sites de negócios que até pouco tempo se contentavam em entenderem o gigantesco emaranhado de engrenagens que movimentam o mercado da Internet, e após isso, se adequarem, o mais rápido possível, para comercializar seus produtos e serviços, o que causou inúmeras revoluções nas áreas de logística, comercial e financeira das empresas, agora, após os tsunamis de informações geradas, visualizam a possibilidade de obterem lucros além da simplista relação comercial ditada pelas compras e vendas de produtos e serviços. Este divisor de águas tem por marco histórico os novos negócios na Internet como: a corretagem, assinaturas, adesões, vendas de anúncios, leilões e tantos outros que surgiram nos últimos três anos. Por necessidade de sobrevivência no mercado da web, todos correram atrás do entendimento das atuais expectativas de fornecedores e consumidores, referente a tudo que está disponível hoje para se comercializar com lucro. O constante, alucinado e modificado aprendizado, assimilado direta ou indiretamente pelo mercado, com os mais diversos tipos de negócios da web, que por sua vez procura acompanhar o dinamismo destas surpreendentes redes de informações, que se expandem até o limite de armazenagem e compreensão do conhecimento adquirido, empurra os negócios para horizontes ainda desconhecidos, que somente a evolução da web poderá permitir a sua decodificação. Em outras palavras, o presente depende do futuro das tecnologias. Isto faz do cliente internauta o avatar do mundo comercial digital, que assume o seu papel de consumidor e participante ativo das diversas alternâncias comerciais, em um momento consumindo e em outro nutrindo os sites e portais por onde navega, causando a criação de mais variações de negócios na web. O crescimento do número de vezes que o avatar consumidor acessa os sites e portais presentes na Internet estimulam o aumento de investimentos em tecnologia por parte das empresas, sedentas por novos nichos de mercado e seus clientes. O ciclo vicioso das tecnologias da informação e comunicação está formado, e todos nós, querendo ou não, pertencemos e estamos envolvidos por ele.
Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 14h24
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O site da sua empresa.
Avatar empresarial. As tecnologias da informação e comunicação prometem sempre maior agilidade e rapidez, porém alguns canais importantes, como a qualidade do fluxo de dados a Internet, podem prejudicar a integração nas relações comerciais. As oscilações ou quedas de energia elétrica, mesmo que esporádicas, quando acontecem são sempre um transtorno para as empresas, em vários aspectos, desde a segurança até a qualidade de atendimento aos clientes. Também a interrupção dos serviços de dados, quando falham por qualquer motivo, deixa um rastro de prejuízos financeiros, e muitas vezes arranham a imagem da empresa, pois o cliente pode estar a centenas de quilômetros do problema. Quando um cliente entra em nossa loja, virtual ou não, ele espera ser bem atendido, com a apresentação e explicações, técnicas e financeiras, necessárias para a aquisição de um produto ou serviço, qualquer transtorno ou dificuldade de compreensão serão prejudiciais à comunicação entre as partes envolvidas e dificultar os acordos da negociação, pois a Web leva a empresa até a casa do nosso consumidor, representando a organização de uma forma digital. Deste modo, o site empresarial é o Avatar da empresa fisicamente existente, e como tal deve apresentar o negócio, aos clientes, conforme sua imagem original, em todos os seus detalhes. Desde a fachada da empresa, as cores empregadas externamente e internamente do prédio, logotipo, até a apresentação dos produtos e serviços, são todos componentes do Avatar Empresarial. Completa esta imagem virtual, a metodologia de atendimento e de comercialização, que não pode exagerar nos recursos tecnológicos para não afastar internautas, que acessam a rede com computadores limitados por configurações com poucos recursos. O Avatar Empresarial, também precisa estar capacitado para ser acessado em celulares, smartphones e tablets, assim sendo, pois os clientes interagem a cada dia mais com estes equipamentos móveis, e sua empresa não pode desconsiderar a oportunidade de ficar sempre próxima das necessidades e dos desejos dos seus consumidores, para promover a empresa e seus produtos e serviços. Se o empresário conseguir fazer com que seus clientes carreguem sempre junto com eles o seu Avatar Empresarial, para caso tenham a necessidade adquirir um produto ou serviço, de qualquer lugar, no momento que for mais oportuno para eles, terá conseguido retornar parte ou mesmo todo o investimento empregado no desenvolvimento e manutenção do Site Empresaria, conhecido, agora também por Avatar Empresarial.
Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 01h18
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Estar com as informações estocadas em algum lugar. Uma solução ou mais um novo problema?
Informação a energia dos nossos dias. A energia elétrica nasceu para ser gerada e distribuída localmente, depois de algum tempo alguns visionários, como Thomas Edison e outros cientistas, viram como um maravilhoso empreendimento, e assim, desenvolveram uma rede para disponibilizar a qualquer cidadão a energia necessária para sua residência ou empresa, e ainda acender as lâmpadas desenvolvidas por Edison. Atualmente um novo e surpreendente inventor e empreendedor, Steve Jobs, com o suporte de centenas de cientistas, também criativos e inovadores, com a disponibilidade de recursos financeiros e técnicos da sua empresa, a Apple, nos EUA, reacendem a possibilidade de gerar e distribuir, agora a energia dos novos tempos, a informação. Na verdade isto não é inovador, mas a forma de atender as mais diversas necessidades dos clientes tem a possibilidade de ser. Para quem reinventou o computador pessoal, o celular e os tablets, assim como aconteceu com as lâmpadas de Edison, Jobs segue o mesmo caminho de 120 anos atrás, para aproximar produtos e serviços, atraindo ainda mais clientes para o seu negócio, garantindo o livre e fácil acesso para todos, estocando, gerando, distribuindo e comercializando de forma inteligente a informação. É evidente que a evolução das tecnologias dos smartphones, com o apoio dos tablets, além dos netbook, notebooks e claro os remanescentes desktops, presentes nas empresas e nas residências, oferecem a demanda necessária para o sucesso de um datacenter que disponibiliza as informações que todos querem, através da integração dos aplicativos para acessá-las. O que vinha acontecendo com grande parte dos consumidores, empresários e pessoas em suas casas, era a desconexão entre a informação e as interfaces das tecnologias da informação e comunicação disponíveis para sua utilização. Agora, talvez, a Internet comece a ser mais compreendida comercialmente, por parte dos empreendedores ressabiados sobre as reais possibilidades comerciais da sempre crescente e descompromissada rede mundial de internautas.
Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 09h35
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A tecnologia é a culpada pelo desemprego? A convivência com constantes revoluções tecnológicas, que surgem a todo instante, com apoio das mais diversas ferramentas das tecnologias da informação e comunicação disponíveis, ou ainda em desenvolvimento nos laboratórios, nos deixou desatentos em relação à nova ordem econômica e social do mundo, e das conseqüências para a humanidade. As que redes sociais possibilitam, desde dissimilação de uma idéia pelo mundo em poucos segundos, até o simples e livres acessos individuais às mais complexas informações científicas e sociais. Apesar desta abertura à total disponibilidade ao conhecimento, de todos para todos, muitos trabalhadores sofrem com as suas próprias falta de habilidade, e também dos seus governantes, em se adequar às constantes alterações das necessidades de consumo pelo mundo. Durante muitos anos, principalmente nas décadas de 80 e 90, se falou no impacto social que seria causado pela progressiva substituição do homem pelas máquinas para a sustentação do crescimento da economia mundial, porém a população das máquinas de alta tecnologia continua a crescer de forma acelerada, expulsando a população de trabalhadores do seu habitat profissional. Esta invasão das tecnologias na Terra provoca algo realmente terrível para a humanidade, o temível desemprego e ancorado a ele a miséria, e todos os demais males que acompanham estas duas mazelas da humanidade. Na verdade, o homem está buscando alternativas de sobrevivência, alguns encontram outros meios de sobrevir, através de novas funções no mercado de trabalho, mas ainda muito aquém da necessidade de absorção do crescimento da população economicamente ativa no mundo, mesmo porque, boa parte desta recolocação depende de estudo e adequação profissional, muito distante da realidade, para a maioria dos trabalhadores do planeta. As sucessivas revoluções tecnológicas que vivemos em períodos cada vez mais curtos de tempo, deveria nos obrigar a ter igualmente novas atribuições funcionais que atendessem esta demanda, mas a obrigação em reter o conhecimento passado atropela qualquer chance de atualização profissional. Para um pedreiro não basta mais somente saber assentar os tijolos com argamassa, é também fundamental que saiba ler, entender e analisar uma planta de uma casa na tela de computador, e discutir com seus colegas sobre a forma mais produtiva de erguer uma parede, por exemplo. Esta situação há dez anos faria parte de um filme de ficção, porém hoje está presente em qualquer canteiro de obras. Temos, ainda, algum tempo para reverter esta situação, mas para isto acontecer à globalização deve extrapolar as relações de compra e venda e chegar a proporcionar condições de capilarizar a cooperação de novos conceitos funcionais e profissionais, para a harmoniosa convivência entre os trabalhadores e as tecnologias, assim desde os governos, empresários, sindicatos e até você, empregado ou não, passam a ter uma nova responsabilidade na participação das revoluções.
Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 11h16
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O que aconteceu com a inocência da Internet?
O mundo, ao longo dos séculos, vai envelhecendo e adquirindo as mais diversas experiências, sejam elas benéficas ou maléficas, o importante é assimilar as informações e fazer delas conhecimento para o desenvolvimento da humanidade. Assim são as grandes descobertas, perturbadoras ou acalentadoras, ou os acontecimentos, como as catástrofes climáticas, as grandes guerras mundiais, o fatídico 11 de setembro de 2001, quando definitivamente a terra perdeu sua virgindade e passou à fase adulta de uma forma dura, como milhões de seus habitantes já passaram. Neste final de 2010, uma nova fase, a descoberta que quando somos racionais nos relacionamentos, nos levam a estabelecer diálogos verdadeiros e sinceros, que trazem uma sucessão de fatos decorrentes que não podem ser controlados, ou seja, a verdade é importante, mas podem magoar e marcar as pessoas para sempre. O site WikiLeaks e seu fundador Julian Assange, lançam ao mundo que a Internet também deixou a sua eterna inocência e passou para o mundo adulto, mais uma vez isto acontece de forma contundente, como muitos acham que deve ser a ultrapassagem desta fase do relacionamento humano. No final da primeira década dos anos 2 mil, assim como aconteceu no seu início, o mundo presencia a entrada de uma das suas maiores criações, a Internet, para uma nova fase da vida. Chega de somente brincadeiras, bate-papos, e-mails descompromissados, sites e portais de relacionamento, a Internet, agora também é de fato dos mais velhos, chatos, retrógados, ranzinzas e sérios adultos. As informações contidas nas redes sociais, sites e portais, passam a ter uma nova ameaça, ou oportunidade, a verdade que afeta definitivamente os relacionamentos humanos. Até então a juventude da Internet tratava isto apenas como compartilhamento, a partir da segunda década dos anos 2 mil, será atendida pelo nome de participação, ou seja, a informação passa a ser conduzida nas redes mundiais de forma adulta, responsável, não mais uma mera comunicação, mas um item para a composição do conhecimento da humanidade.
Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 10h34
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A informação e suas facilidades prejudiciais a saúde dos mais velhos. Os jovens são capazes de não entrarem em pânico mesmo com uma infinidade de informações passeando em frente aos seus olhos, ao mesmo tempo, em frações de segundo, apenas olham, analisam e degustam a tecnologia, e depois simplesmente interagem com ela. Vamos imaginar um jovem encontrando vários grupos de amigos e milhares de livros interessantes, em uma biblioteca há mais de cem anos atrás. Qual a possível reação deste nosso ancestral? Resposta simples: - Ficaria com os amigos do lado de fora da biblioteca, deixando de absorver a sabedoria do mundo, muito provavelmente porque ele seria semi-analfabeto, ou também porque era muito melhor ficar batendo papo e olhar o movimento dos modernos carros Ford T (fabricados entre 1908 até 1927). Puxe seu Netbook para mais perto. Vamos conversar sobre este assunto. Hoje, o universo social está inserido na vastidão de informações interligadas, propiciando a todos, que tenham um computador e que acessem a Internet, a possibilidade de estarem com seus amigos e também pessoas ainda desconhecidas, junto a milhões de possibilidades de alimentar os seus níveis de conhecimento, sobre infindáveis variedades de assuntos, dentro e fora de bibliotecas digitais, e mais a possibilidade de ouvir e ler sobre as notícias do que está acontecendo neste instante, em qualquer parte do mundo. É evidente que todos os excessos precisam ser controlados, mas as tecnologias da informação estão nos trazendo à possibilidade de realmente usarmos nossa capacidade cerebral para aguçar ainda mais a curiosidade pelos acontecimentos que nos rodeiam e afetam. As empresas de tecnologia nos apresentam as facilidades, os equipamentos e os canais para saciarmos a ganância por mais conteúdos e relacionamentos, não existem preconceitos que possam frear a febre imposta pelo mercado da necessidade em conhecer a informação antes de todos os outros. Este caminho, em nuvens ou no chão mesmo, não tem mais volta. Os telefones, já nos ajudaram os livros impressos também, agradecemos muito, mas hoje, ambos vão ficar como boas lembranças do passado, as inovações estarão substituindo os velhos padrões e conceitos, e em breve todos serão jogados para a dispensa de nossas memórias e depois para o saudosismo das conversas entre pais e filhos. Afinal, qual o problema de nossos filhos entrarem na biblioteca de informações que interessam a eles agora, e ao mesmo tempo, ficarem conversando com os amigos e interagindo com acontecimentos e notícias do momento? Como podemos questionar uma sociedade que está tentando aprender a conviver com imagens e sons digitais entre si, sem o apelo da aproximação física. Podemos conversar, nos ver e até perceber as características do local, sem estar realmente lá. Parece que as tecnologias estão perturbando os mais velhos, principalmente quanto à percepção da falência dos antigos modelos de acesso a informação e da sua transformação em conhecimento para a vida.
Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 09h56
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