O software livre para as pequenas empresas. No início era o Linux, sistema operacional de código livre, melhorado constantemente por centenas de programadores pelo mundo, e o Star Office, que depois se tornou no Open Office. O software livre começa sua caminhada, como uma bandeira de liberdade para os aficionados em tecnologia, mas com certa desconfiança no universo empresarial. Chegue o seu Notebook mais perto. Vamos conversar um pouco. Quando era novidade, nos primeiros anos do século XXI, a mídia afirmava que o software livre, com custo zero, seria a grande virada, mas os custos não eram exatamente zero, pois existiam poucos técnicos conhecedores, por exemplo, do Linux, e com isso os programas para rodarem nesta plataforma eram raros, o que afastou quase que totalmente as empresas desta onda. As empresas públicas continuaram a investir nos softwares livres, pois detinham os técnicos, e a facilidade de treinamento, para o desenvolvimento dos seus sistemas. Já, grandes partes das empresas, justamente por desconhecerem a área técnica da plataforma para software livre, acabam por escolherem os softwares e sistemas pagos, com integração, principalmente à plataforma Windows. Para as pequenas empresas não têm sido diferente, acompanhar a maioria, na aquisição de sistema operacional, softwares e sistemas de automação empresarial, além de reduzir os valores de investimento, também proporciona facilidade na manutenção e evolução das tecnologias da informação e comunicação. Infelizmente, no Brasil, a pirataria cooperou para o afastamento de grande parte dos usuários por softwares livres, pois o valor pago aos pagos era muito reduzido. Atualmente este tipo de mercado foi muito reduzido, porém a cultura de não pagar pelos sistemas e softwares ainda permanece em boa parte do mercado das pequenas empresas. Uma onda que poderá mudar um pouco este vício são os softwares freepremium, que são pagos por patrocinadores, anunciantes, ou por serviços específicos realizados após a aquisição.
Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 20h13
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Inovar o conhecimento. Puxe o seu notebook para mais perto. Vamos trocar conhecimentos. Uma pergunta empreendedora deve ser feita todos os dias. - Conheço profundamente os processos operacionais e funcionais do meu negócio? Algumas pessoas podem comentar: - Estou na fase da escolha de uma atividade empresarial, ainda é muito cedo para se preocupar com isto. - Minha empresa existe a mais de cinco anos no mercado! Claro que sei como tudo funciona. - Comecei o negócio faz três meses, estou aprendendo! A necessidade de vender atropela o tempo de aprender, mas mesmo assim estou competitivo no mercado. A pergunta persiste. - Conhece ou não as operações comerciais que ocorrem por detrás do balcão? A maioria argumenta que o importante é apresentar diferenciais competitivos, para conquistar os consumidores e assim crescer comercialmente. Certo, mas também perigoso. É bom lembrar que inovar sem conhecer as operações administrativas, financeiras, de relações humanas, comerciais, de logística e principalmente de gestão da empresa, pode colocar todas as economias de uma vida em risco, pois o caminho para o brejo pode ficar mais curto e rápido. Por outro lado o empresário empreendedor que detém o conhecimento se não total, mas ao menos dos processos fundamentais, tem o acesso à inovação direcionada às necessidades dos clientes, mais claro e suas ações atingirão os objetivos mais rapidamente. Afinal inovar é também ampliar os horizontes do conhecimento. - Inovar nos processos operacionais e funcionais continuamente, através do aprimoramento e da adequação dos controles e análises empresariais, dirigidos à aproximação do mercado, de forma lucrativa.
- Utilizar os recursos das tecnologias da informação e comunicação, como aplicativos gerenciais (software comercial), para realizar as análises financeiras, o gerenciamento dos clientes, controles de estoques, e outras informações do negócio, com objetivo de aumentar a competitividade da empresa.
- Criar e implementar o site empresarial, para divulgar a própria empresa, seus produtos e serviços, até chegar o ponto de praticar o comércio eletrônico.
- Preparar a equipe de trabalho para novos cenários e desafios.
- Criar e desenvolver novos produtos e serviços, com o apoio dos fornecedores e do conhecimento adquirido.
O que não pode acontecer na empresa é a estagnação, ou a espera pela venda de um produto ou serviço, todos precisam estar contaminados com a idéia de que somente agindo de forma diferente com o mercado, será possível conquistar definitivamente o cliente.
Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 14h02
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Conhecimento desprezado Puxe seu notebook para mais perto. Vamos aproximar os nossos conhecimentos. Dizem que Napoleão Bonaparte rejeitava em suas fileiras, pessoas ignorantes com iniciativa, porém trazia para perto de si, aquelas que conseguiam ser inteligentes com iniciativa. Nas corporações, muito se fala em aproveitar a inteligência empresarial, base para a gestão do conhecimento e também para os negócios vinculados a ela, que precisam obter e efetivar as vantagens competitivas nas relações com o mercado, se possível criando diferenciais difíceis de serem copiados pela concorrência, mas facilmente assimilados pelos consumidores. Entretanto, a realidade no mundo dos negócios, infelizmente é outra. Após o clímax das crises financeiras, no país e no mundo, os empregados remanescentes nas organizações cercaram seus feudos com a maioria dos ignorantes sem iniciativa, disponíveis na empresa. Tipo, não pergunte, ou argumente, apenas faça o que foi mandado. Caso contrário... Seres com conhecimento e capacidade inovadora, tornaram-se elementos de risco para todos os seguidores do status quo empresarial. Exceção aos que se comportem como soldadinhos de chumbo, ou zumbis de ocasião. Alguns, poucos, ocasionalmente são tirados do transe hipnótico da ignorância, para que, por alguns momentos, demonstrem a luz teatral da inovação, mas, rapidamente voltam à condição inicial, encaixotados na obscuridade imposta pelo sistema. Com o passar do tempo, alguns poucos conseguem se libertar e começam a questionar a sua condição de marginalizados, porém com o poder ditatorial corporativo, são bruscamente banidos, ou pior, humilhados em praça pública, digo, em alguma reunião de trabalho. Muitas vezes, a cada seção de desprezo, acabam formando um grupo de alijados corporativos, que durante o único momento de lucidez, à hora do cafezinho, tentam permanecer lúcidos. A imagem pode ficar mais grotesca ainda, quando os detentores do conhecimento acreditam que a sua existência é de vital importância para a organização, mas esquecem da sua real imagem, perante os seus chefes, gerentes e diretores. Aí nem o isolamento irá ajudar, a ilha será inundada pela necessidade em atender rapidamente as prioridades comerciais da empresa. Você que por algum momento pensou, não pense muito, faça logo, empreenda o seu conhecimento, no seu negócio, ou ajoelhe e aceite o imperador, como o seu soberano e senhor.
Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 12h06
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A inovação nas MPE – Micros e Pequenas Empresas. Puxe o seu notebook, ou netbook. Sente mais perto, vamos trocar conhecimento. As MPE dependem diariamente do tradicional jogo de cintura dos seus proprietários e empregados para sobreviver no mercado, para muitos isto é inovar. O que os seus administradores ignoram, ou têm dificuldade para enxergar, é que esta disputa cotidiana por um espaço para comercializar seus produtos e serviços, é insuficiente para garantir o lucro no final do mês. A cada dia, os consumidores ficam mais observadores e exigentes, não aceitam mais adquirir produtos ou serviços sem qualidade, apenas pela vantagem do preço baixo, ou a pela atração do parcelamento de longo prazo. Os empresários precisam se aproximar dos seus clientes, para compreendê-los como alimentadores de uma inesgotável indústria de necessidades futuras, que disponibiliza seus desejos de consumo, para todas as pessoas preparadas em reconhecer estas exclusivas oportunidades de negócios. A insistência quase cega, das MPE, em diariamente vender, e se possível ultrapassar ponto de equilíbrio mensal, afasta o empresário do caminho da inovação, e o recoloca no trilho da mesmice, de vender para continuar vivo no mercado. Porém, o alto preço cobrado no futuro pelos consumidores, por não encontrarem qualquer tipo de evolução, podemos enxergar também inovação, na empresa, pode ser fatal para o negócio. Muito bem, agora o proprietário está entre a cruz e a espada. O quê fazer? Simples, chegou a hora de se tornar sócio da indústria de necessidades futuras e gradualmente fazer do seu negócio um centro produtivo de inovações. Primeiramente é importante salientar que P&D (pesquisa e desenvolvimento) não existe somente nas grandes empresas, afinal a ciência da inovação está na simplicidade de oferecer um novo produto e serviço que o cliente sonha, mas não encontra. O seu desígnio é perceber o momento certo em oferecer o produto cobiçado, com o preço adequado e aceito pelo seu consumidor. É evidente que isto não acontece sem o devido preparo da organização e de seus colaboradores e parceiros, internos e externos. Para uma longa caminhada, o primeiro passo é fundamental. Vamos caminhar e consolidar as ações passo a passo, na direção do aprendizado em desenvolver a Destilaria de Inovações, pois somente neste tipo de indústria é possível descartar e também saber aproveitar de forma correta as diversas matérias-primas, que fazem parte do desenvolvimento de novos produtos e serviços, além da sabedoria em disponibilizá-los no momento certo ao mercado.
Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 12h46
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Conheça os limites seus e do seu negócio. Arraste seu notebook para mais perto. Vamos trocar um pouco de conhecimento. Nós precisamos reconhecer e aceitar os limites impostos pelo ambiente, pelo nosso corpo e pelo nosso bolso, com isto, o processo de adquirir o conhecimento necessário e evoluir, poderá ser mais facilmente conquistado. Em uma empresa, estes limites também existem e precisam ser respeitados, para que a empresa alcance o ideal nível de competitividade no mercado. Se fizermos uma analogia, entre a prática do montanhismo e a gestão empresarial, podemos compreender melhor a importância em estabelecer limites para a sua empresa e também para nós mesmos. Para escalar uma montanha o que é necessário? @ Ter informações e conhecimento sobre a prática do montanhismo. § Reconhecer os limites deste conhecimento e do seu uso na prática. @ Ter o treinamento necessário para a realização do esporte. § Reconhecer o limite do seu nível de conhecimento sobre as técnicas do esporte. @ Dicas de pessoas experientes. § Saber a quem solicitar mais informações e onde adquirir conhecimento específico e prático sobre as mais diversas situações inerentes à prática do montanhismo. @ Conhecer o melhor caminho para chegar até a montanha. § Aprender a realizar um planejamento de ações para atingir os objetivos desejados. @ Conhecer a montanha, a face (lado) mais propícia para a escalada e ao nível de conhecimento e capacidade técnica do praticante. § Reconhecer o ambiente de forma geral e os caminhos mais interessantes para que os objetivos sejam atingidos, com o menor risco possível. @ Saber utilizar os equipamentos e acessórios. § Obter o conhecimento e o treinamento prático do montanhismo. @ Ter disponíveis os equipamentos e acessórios necessários à escalada. § Estar sempre atualizado em relação às técnicas de escalada e aos procedimentos de segurança pessoal e do grupo envolvido no planejamento. @ Estar com o preparo físico adequado. § Reconhecer o seu condicionamento físico. @ Ter acesso as informações do clima. § Aprender a utilizar todas as informações que cooperem para o sucesso da prática do montanhismo. Quando o montanhista está a uma altura de 300 metros do chão, para chegar lá e prosseguir, é indispensável à utilização de corda, mosquetões, estacas, fitas de auto, freio, magnésio, capacete, cordelete, e outros acessórios, e principalmente saber usá-los. Assim, a chance de atingir o cume da montanha, e descer com segurança será muito grande, caso contrário, tudo pode acontecer, até mesmo a morte do praticante sem nenhum preparo. O empresário, ou o montanhista, a conquista do mercado, ou da montanha, respectivamente, precisa ter os mesmos cuidados, afinal jamais uma pedra irá se soltar apenas para prejudicar o esportista, assim como o mercado também não agride o gestor do negócio, aquele que sentir isto, certamente não está preparado para conviver no meio empresarial. Assim, para entrar no mercado são necessários os seguintes atributos, que você precisa reconhecer e aprender a utilizá-los de forma adequada na conquista do seu espaço no mercado. @ Ter informações e conhecimento sobre a prática da administração empresarial. @ Ter o treinamento necessário para gerir o negócio. @ Dicas de pessoas experientes. @ Conhecer o melhor caminho para chegar conquistar o mercado, ou seja, os fornecedores, concorrentes e os clientes. @ Conhecer a segmento de mercado, o produto ou serviços mais propícios para a os seus clientes. @ Saber utilizar os equipamentos, acessórios e ferramentas de gestão. @ Ter disponíveis os equipamentos, acessórios e ferramentas de gestão, necessários à comercialização. @ Estar com o preparo físico adequado. @ Ter acesso as informações o ambiente de mercado.
Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 09h53
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O Brasil é muito maior que muitos imaginavam. As empresas de serviços de tecnologia e comunicação deixam transparecer ao mercado que não conheciam as reais dimensões e potenciais do mercado brasileiro de TIC (tecnologias da informação e comunicação). As falhas e conseqüentes paralisações no fornecimento dos serviços, não apenas prejudicam os seus clientes, mas também os clientes destes seus clientes, formando um efeito cascata de descontentamento e inseguranças generalizadas. Desde um adolescente que não consegue abrir o Orkut e se comunicar com os amigos, sobre uma tarefa na escola ou um simples acontecimento social, até empresas que não se comunicam com seus clientes, ou ainda, serviços públicos totalmente prejudicados e inoperantes, por diversas e longas horas. Além do elevado custo da imagem de todos os envolvidos, em relação aos seus consumidores, também o amplo universo de TIC é severamente atingido. Pois, atualmente, além de romper os paradigmas da necessidade em se adquirir tecnologias, também, agora, é preciso convencer que os meios de comunicação são seguros e operantes 24 horas por dia. Atualmente, inúmeras das relações comerciais são realizadas via a Internet, assim, as operadoras são os elos vitais destas operações, erros e falhas técnicas ou humanas, não fazem parte dos contratos de serviços, e não podem se tornar em mais um problema costumeiro do dia a dia, empresarial ou doméstico. Este é, sem dúvida, um setor nevrálgico, e como tal, simplesmente o erro precisa ser zero, ou não chegar aos clientes. Como a demanda por serviços continua em crescimento, em julho chegamos a 159,6 milhões de assinantes de telefonia móvel (www.anatel.gov.br), em junho alcançamos 1,7 milhões de domínios .br registrados no país (www.cetic.br) e 39,6% de domicílios com computadores (www.ibge.gov.br), quinto país em número de Hosts, 14,7 milhões (www.cetic.br), as dificuldades e desconfortos mercadológicos, de repente, podem estar apenas no início. Em muitos indicadores de TIC, saltamos de uma posição de 10º para 5º mundo, em apenas 2 anos (2007 para 2009), isto, analisado isoladamente, já deveria refletir no interesse de se ajustar a infra-estrutura disponibilizada para o mercado. Fica, assim, evidente, que a oferta de uma estrutura básica, não atende a crescente demanda, talvez pelo desconhecimento da constante evolução econômica e social do Brasil, por parte das empresas desenvolvedoras e fornecedoras de TIC, principalmente quando o país, seus cidadãos e as suas empresas ficam mais dependentes das tecnologias disponíveis e oferecidas no mercado.
Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 16h09
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A oportunidade de crédito versus os controles empresariais. Sente mais perto. Vamos trocar idéias sobre a sua empresa. A procura da solução imediata para problemas crônicos de falta de capital de giro, normalmente são os descontos de cheques e duplicatas, como também outros adiantamentos de recebíveis, como os dos cartões de crédito, que resultam, quase sempre, para o acúmulo de problemas. Quando o empresário trás os recebimentos futuros, para hoje, atrelado a isto está o juro, como também, é óbvio, a escassez de recursos para o futuro, obrigando o ciclo continuado ou vicioso. Como todos sabem, há muito tempo, atacar a conseqüência não conserta a causa de forma automática, mas apenas retarda ou pior, esconde os problemas de gestão, do passado e do presente. - Mas o juro está abaixando. Diria um empresário ligado no dia a dia empresarial, a taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e Custódia – SELIC está em queda contínua, portanto, os juros dos bancos também despencam. É a verdade, mas os juros ainda estão muito altos. Exemplos, juros mensais para captação de: ü Capital de giro é de 3,74% ao mês, ou 55,37% ao ano; ü Desconto de cheques de 3,65% ao mês, ou 53,76% ao ano; ü Crediário, para o seu cliente, de 6,06% ao mês, ou 102,59% ao ano. Percentuais informados pelo site: www.infomoney.com.br, em 22-07-09. Como, infelizmente, o empresário utiliza um número mágico para calcular os preços de vendas de seus produtos e serviços, como: 2 vezes, ou 100% sobre o custo. (custo de compra = R$ 45,00, preço de venda = R$ 90,00). Supondo que a margem de lucro do produto, agora calculando, através da elaboração do índice de comercialização, seja de 18%, Imposto de 4%, comissão sobre as vendas de 3% e os custos fixos equivalem a 25% do faturamento médio mensal, anual, o índice seria os mesmos 2,0, mas com a consciência da margem de lucro escolhida. PV = Custo X Índice de Comercialização Cálculo do Índice de Comercialização: (100%-(18%+4%+3%+25%)) = 100% - 50% = 50% ou 0,50 ou 1/0,50 = 2,0000 Se a empresa ainda oferece o desconto de 10% sobre o preço de venda, ou seja, R$90,00 – 10% = R$ 81,00, a margem de lucro cairá para 12,4% e se a empresa descontar o cheque, ou adiantar o cartão de crédito, esta margem irá para menos de 9%. Veja, era 100% de margem, pelo menos parecia, mas na realidade a margem de lucro sobre a venda despencou para aproximadamente 9%. Portanto, cuidado, com as facilidades oferecidas, principalmente quando a sua empresa não está adequadamente controlada.
Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 14h53
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Deixa como está, assim é muito melhor. Imagine um turista no interior de São Paulo, em um lugarejo, procurando um local para comer um sanduíche, de pão e queijo, e beber um refrigerante. O quê ele irá encontrar? Muito provavelmente, um botequim de esquina, com todas as peculiaridades próprias deste tipo de estabelecimento. Será possível ver uma placa na parede, informando que não se vende fiado, outra com a foto do time do coração do dono, uma imagem se algum santo protetor, troféus de conquistas do passado, e claro, um senhor e sua esposa, ou filha, ou filho, atrás do balcão, repleto de produtos caseiros e industrializados. O seu pedido será atendido da melhor forma possível, dentro dos padrões de higiene estabelecidos internamente, através da metodologia caseira e solicita, implantada há muitos anos. O senhor, dono do bar, fará uma brincadeira com o forasteiro, como uma forma de quebrar o gelo entre as partes, enquanto o sanduíche está em produção. A filha do proprietário levará o pedido até a mesa do cliente, sempre com um sorriso e algumas perguntas, como: - De onde o senhor veio? - Está gostando da nossa cidade? Passado algum tempo, todos ficarão realizados, a empresa e o cliente. Mas, se um consultor estivesse naquele mesmo local, semanas antes, certamente iria questionar diversas metodologias e procedimentos, além, é claro, do layout muito interiorano, o atendimento é pessoal demais, o manuseio dos alimentos é inadequado, os equipamentos rudimentares, etc.. E se o empresário atendesse e aceitasse todos os conselhos do consultor, certamente o visual interiorano do botequim ficaria igual ao das cidades grandes, e não teria qualquer atrativo para o visitante, como por exemplo, aqueles aspectos de tranqüilidade e de amizade do passado, hoje, quase impossível de existir nas grandes metrópoles.
Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 08h47
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O inovador também pode ser o primeiro sem ser inovação. Puxe o seu notebook para mais perto. Vamos trocar um pouco de conhecimento. A eterna busca pela superação de si mesmo. Esta frase pode esclarecer um pouco da dificuldade em estar sempre procurando inovar. Para o cientista é própria essência da profissão, encontrar respostas para as perguntas que muitas vezes ainda nem foram formuladas. Para o cidadão comum, é a arte de fazer o dia de amanhã ser melhor que o de hoje. Para o empresário é a forma mais difícil de manter os clientes consumindo e ainda, conquistar outros que não conhecem os seus produtos e serviços. Portanto, arte de inovar, pode significar a superação em encontrar o produto e serviço mais adequado para os futuros clientes. Vamos imaginar que um determinado consumidor tenha o desejo de adquirir uma calça jeans, tradicional, número 46, na cor de brim escuro, sem a definição de uma marca. O cliente já tem a imagem desta calça no cérebro, e irá procurar o produto mais próximo desta “foto”. O rápido vendedor, por sua vez, fará o retrato falado na sua mente, e mostrará a calça que atenda as especificações imaginadas. Porém o vendedor experiente, de bate pronto, espalhará pelo balcão todas as calças jeans disponíveis e de fácil acesso a ele. Neste momento as imagens de dez calças são relacionadas com a imagem inicial, que aos poucos, para muitos, acaba se remontando com as outras imagens das calças espalhadas no balcão. Momento da decisão, por parte do cliente. O vendedor fica parado a espera da definição. Como nenhuma das respostas o agrada, a resposta vem automática: - Obrigado! Até logo. Porém, se qualquer um dos dois vendedores, pegasse uma calça próxima do que o cliente descreveu, e apresentasse-a como um produto novo, recém chegado à loja, a venda teria maior chance de concretizar-se. Qual o sentido disto? As pessoas desejam algo inovador, mas que somente ela possua, ou que seja a primeira a conhecer e usar.
Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 13h01
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O jogo do planejamento estratégico de negócios - em momentos de crise. Para que exista um jogo são necessárias duas personagens, geralmente uma delas é você, e a outra, pode ser um concorrente, ou vários deles. Assim... Puxe seu notebook para mais perto. Para seguir vamos precisar de conhecimento e também de criatividade. Em épocas de vacas magras, normalmente, os estádios de futebol ficam quase sem público, não importando muito a situação do time do coração, o que acaba afetando diretamente o espetáculo, pois todos os jogadores são atingidos pela falta de entusiasmo. Porém, quando as torcidas comparecem em massa, os 22 atletas dão o máximo em cada disputa de bola, jogam com vibração e focados no objetivo da vitória. Assim, também acontece no universo empresarial, sem clientes, as empresas perdem o seu brilho, ficam no marasmo de apreciar as moscas no ventilador de teto. Para muitos empresários isto é o fim do mundo, e imediatamente começam as promoções, descontos, queima de estoque, os anúncios de tudo por muito menos, etc., ou seja: - Vamos atacar! Como? De qualquer jeito, o importante é fazer um gol pelo menos. Mas conduzir o negócio sem um treinamento, um planejamento, pode significar uma goleada, digo, prejuízos irreparáveis. Mas vamos arrumar o time – empresa. Inicialmente o básico, um técnico – administrador, que tenha o conhecimento necessário sobre a administração do futebol – negócios. Precisamos de todo os profissionais de apoio, aptos para conduzir adequadamente o time – empresa. E, claro, os jogadores, que são os produtos e serviços oferecidos ao mercado, a torcida, quanto melhores e mais adequados ao tipo de campeonato, mais resultados positivos devem obter. A preparação de um time – empresa, para um confronto de vida ou morte, é imprescindível o treinamento adequado e a estratégia de jogo, como também cada jogador – produto (serviço) no seu lugar certo, além do conhecimento sobre o adversário – mercado concorrente. A torcida somente irá vibrar, apoiar e comprar o time – empresa, se houver a adequada aproximação e adequação, entre os desejos dela e os jogadores – produtos (serviços). Quando o público, mesmo com o bolso em crise, torce e se entusiasma com as jogadas e dedicação dos jogadores – produtos (serviços), está pronto para encher as arquibancadas e o caixa do time – empresa. Simples assim. Quem não gostaria de ver a Seleção Brasileira de futebol jogar. Quem não gostaria de poder comprar uma Ferrari.
Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 13h25
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Percepção de cenários necessária ao desenvolvimento de TI. A apresentação das metodologias empresariais, para a percepção do ambiente empresarial, onde se localizam os seus clientes, e a importância da atuação do gestor técnico, para aproximar o conhecimento do negócio, entre o consumidor e o desenvolvedor, ou prestador de serviços, como também e principalmente o entendimento das necessidades do mercado. Na apresentação, serão realizadas simulações financeiras e mercadológicas de negócios de TIC, em diversos cenários, como: antes, durante e posterior às crises financeiras, com os devidos ajustes operacionais e funcionais na organização. Os principais objetivos das tecnologias da informação e comunicação são: üAtender prontamente a uma solicitação de informação nos bancos de dados. üDisponibilizar a informação solicitada no menor espaço de tempo possível. üAproximar e integrar, a informação solicitada, com outros bancos de dados de forma inteligente, e ainda, se possível, analisar o ambiente de mercado. üDisponibilizar, aproximar e integrar a informação solicitada, com o menor custo operacional e funcional possível. As TIC, são como a opção de utilizar um veículo para realizar uma longa viagem, apesar de existir a possibilidade de ir a pé, o tempo, os riscos e as despesas, pode inviabilizar a caminhada, mesmo que com isto, diversos detalhes possam ser despercebidos, mas que poderiam estar em um banco de dados, previamente enriquecido de informações sobre o percurso. Portanto, o simples transporte da informação não basta ao gestor, ela precisa agregar os valores do mercado e de sua consciente utilização, voltada para atingir os objeitvos de competitividade do negócio.
Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 15h20
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Planejamento de negócios nas crises do mar azul. Puxe seu notebook, sente mais perto. Vamos trocar um pouco de conhecimento. Depois de oito meses do início da crise de credibilidade financeira que eclodiu no EUA e na Europa, ainda persistem suas conseqüências na economia mundial, como também na brasileira, mesmo que de uma forma menos aparente, ou seja, nenhuma grande empresa ou banco foi duramente afetado. Mas não é somente a crise externa que nos têm afetado, mas também a crise local, com o alto endividamento das classes sociais C e B, provocado pelo excesso de crédito oferecido nos últimos dois anos, e utilizado de forma equivocada pelos consumidores destas faixas de consumo. Neste mar turvo e revolto é necessário, que os empresários encontrem as formas certas para continuar a empreenderem e crescerem. Na verdade existem grandes áreas deste mar tempestuoso, que estão azuis, mar de almirante, que estão oferecendo as mais diversas oportunidades de negócios e de bons resultados. Para conduzir a embarcação – empresa, o planejamento estratégico de negócios, passa a ser a ferramenta ideal de controles e análises financeiras e mercadológicas. Afinal, transformar uma idéia em um negócio lucrativo, não é uma tarefa fácil, são diversas variáveis de mercado e ações do gestor, que definem os resultados. Produtos e serviços que se integram e que, de alguma forma, apresentem diferenciais competitivos aos seus clientes e ainda proporcionem lucratividade e rentabilidade, são determinantes à competitividade empresarial. Sempre é interessante lembrar, que para manter a empresa na onda do mercado, o gestor precisa ter em mãos as informações administrativas e financeiras do negócio, e delas em relação ao mercado, em dia e corretas, para a mais adequada tomada decisão, sem correr o risco do “acho que estou certo”. Pois, o sucesso sempre vem pressentido de muito trabalho, conhecimento e ações de gestão, sobre as informações obtidas.
Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 14h28
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Adequação empresarial para cenário de crise financeira. Até meados de 2006 a população brasileira ficava à margem do consumo de bens duráveis, porém as instituições financeiras durante 30 meses abriram os cofres, destinando farto crédito, com prazos de amortização de até mais de sete anos, direcionados principalmente paras as classes C e D, e ainda parte da B. Assim, grande parte das famílias brasileiras foi às compras, comprometendo grande parte das suas rendas para o pagamento de carnês recheados de dezenas de folhas. Assim, as grandes engrenagens da economia brasileira começaram a girar, criando novos empregos, que levaram milhões de pessoas a participarem da população economicamente ativa do país. Mas a corrida de consumidores ávidos por contemplar os desejos reprimidos, deixou a todos completamente cegos para os limites de comprometimento da renda mensal familiar. Com o passar dos meses, o ano de 2008, ainda registrava volumes recordes de crédito, especialistas já assombrados com os volumes oferecidos e utilizados no país estimavam um crescimento ainda maior para o final do ano. Porém a calmaria do mercado, rapidamente se transformou em tempestade, com direito a terremotos e destruição de grandes empresas na Europa e nos Estados Unidos, em dois meses, outubro e novembro de 2008, os países ricos sentiram o poder avassalador dos processos especulativos nas bolsas de valores, com envolvimento de centenas de instituições financeiras. Assim, o endividamento das classes consumidoras mais importantes do país, mais a crise financeira e principalmente de crédito no mundo, desenvolveu um cenário de pessimismo para o início de 2009. Mas para o empresário brasileiro, pode ser apenas mais uma ameaça a ser vencida, como outras tantas do passado. Assim o que era necessário agora é vital, promover e desenvolver os controles financeiros da empresa, para conseguir preparar os ajustes necessários para o futuro, ou seja, planejamento empresarial
Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 10h20
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Quais os objetivos das suas tecnologias da informação?
Puxe o seu notebook para mais perto.
Vamos conversar um pouco.
Você é um empresário de TI e, portanto, precisa vender e obter lucro nas suas vendas de produtos e serviços.
Na outra ponta, um possível cliente, ainda arisco, não sabe ao certo se aquilo que está na sua frente poderá realmente atender as suas expectativas empresariais.
As diversas tecnologias da informação são apresentadas como a verdadeira solução, mas você é terceiro que afirma categoricamente isto, para o referido consumidor, que já escuta e vê tudo com extrema cautela.
Uma pergunta disparada de repente pelo cliente modifica a sua visão comercial, como também coloca em cheque o tempo de desenvolvimento e de preparação técnica de diversos profissionais, além da própria organização.
- Qual o objetivo da sua empresa em vender estas tecnologias, agora para mim?
Se o objetivo por si só já causa embaraço na explicação, somado a ele a variável de tempo, complica de vez a estruturação da resposta comercial ideal.
Aperte a tecla “pause”, vamos congelar a imagem e tentar conquistar o pretendido cliente.
Eu preciso vender os meus produtos e serviços, para gerar um faturamento que atenda as necessidades financeiras do negócio e ainda ofereça a possibilidade da obtenção de um lucro mensal significativo, após o pagamento de todas as obrigações.
Tecla “play” digitada.
Resposta errada! Venda não realizada.
Tecla “rewind” acionada. Estaca zero.
O lucro é uma necessidade, todos sabem disto, mas a sua evidência não deixa claro se aquele determinado consumidor será o felizardo em proporcionar todo o saldo positivo de caixa do mês.
Está certo, vou mudar o objetivo.
Os produtos e serviços da nossa empresa são de extrema qualidade, estão dirigidos às necessidades empresariais atuais, e apesar disto os preços praticados são comparativamente mais baixos que os dos concorrentes.
Tecla “play” digitada.
Resposta errada! Venda não realizada.
Tecla “rewind” acionada. Estaca zero, novamente.
Mas o que o cliente que ouvir? Mentiras, contos da carochinha, ou a verdade?
Vamos tentar com mais entusiasmo.
Poderia ser assim...
Os meus objetivos são iguais aos seus:
Fidelizar clientes e obter lucro com isto, além do prazer em difundir as nossas marcas de sucesso para o mercado.
Como conseguir estas metas?
Conhecermos gradualmente, porém simultaneamente, as nossas carências e soluções, possibilidades e restrições, intenções e potenciais e principalmente os processos de busca dos objetivos recíprocos.
Assim, que tal uma chance para o conhecimento mútuo e gradual?
Tecla “play” digitada.
Resposta certa! Venda em processo.
Acabou?
Não! Apenas está começando mais uma conquista.
Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 09h53
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Vamos conversar um pouco.
Puxe uma cadeira e chegue mais perto.
Empreendedor, para iniciar o nosso bate-papo, segue adiante uma notícia interessante. Segundo dados da Junta Comercial, nos últimos 5 anos abriram cerca de 640 mil de empresas e pesquisas do Sebrae-SP mostram que encerraram suas atividades, no mesmo período, mais de 380 mil. Este número é elevado, mas nos últimos anos tem sofrido quedas significativas. Atualmente, no final de 5 anos de atividades, 56% das empresas fecham suas portas.
O SEBRAE-SP fez uma pesquisa em 2004 com 4.650 empresas e foi levantado que 44% dos proprietários de firmas que encerraram suas atividades afirmaram que os muitos dos problemas que eles enfrentaram foram motivados fora da empresa, ou em conseqüência das políticas governamentais que não oferecem apoio às micros e pequenas empresas (25%), ou da economia do país que não proporciona melhores condições às vendas (19%).
Por outro lado, ainda, sobre a pesquisa, 48% confessaram que o problema ou é de planejamento (33%) ou de gestão (15%).
O percentual restante, 8%, pode estar relacionado a outros fatores ligados a cada atividade empresarial.
Meu amigo, isto quer dizer que apesar de ser difícil de aceitar, o maior responsável pelo insucesso de um negócio é o proprietário da empresa, e não as circunstâncias externas, que estão fora do seu controle. Na verdade elas contribuem na condução da empresa ao encerramento, quando não são devidamente analisadas e consideradas no Plano Estratégico de Negócios.
Mas será que você concorda com isto?
Apenas para nos ajudar a compreender a realidade, o SEBRAE-SP na mesma pesquisa, perguntou:
Quais seriam os motivos do fechamento da empresa?
A administração problemática ou ineficiente foi responsabilizada pela maioria dos fechamentos prematuros dos negócios, e as razões fora do controle do gestor ficaram com uma fração muito pequena.
Portanto, acredite, o planejamento e a gestão do negócio são fundamentais para a sobrevivência da empresa nos seus primeiros 5 anos de vida.
Mas já no 1º ano, a pesquisa de mortalidade do SEBRAE-SP, revela que 29% dos negócios desaparecem, o que demonstra a grande dificuldade em elaborar e utilizar os recursos de um Plano Estratégico de Negócios.
Assim, você poderá reduzir os problemas de abrir uma empresa e evitar de ficar apenas observando de longe aqueles que conseguem fazer o seu negócio prosperar.
Mas fique atento, administrar uma empresa depende, ainda, do seu compromisso empreendedor de ter bom senso para lidar com os imprevistos do dia a dia, como também com as contingências geradas pelas políticas públicas e pela economia do país.
Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 14h25
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