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Inovar o conhecimento.

 

Puxe o seu notebook para mais perto.

Vamos trocar conhecimentos.

Uma pergunta empreendedora deve ser feita todos os dias.

- Conheço profundamente os processos operacionais e funcionais do meu negócio?

Algumas pessoas podem comentar:

- Estou na fase da escolha de uma atividade empresarial, ainda é muito cedo para se preocupar com isto.

- Minha empresa existe a mais de cinco anos no mercado! Claro que sei como tudo funciona.

- Comecei o negócio faz três meses, estou aprendendo! A necessidade de vender atropela o tempo de aprender, mas mesmo assim estou competitivo no mercado.

A pergunta persiste.

- Conhece ou não as operações comerciais que ocorrem por detrás do balcão?

A maioria argumenta que o importante é apresentar diferenciais competitivos, para conquistar os consumidores e assim crescer comercialmente.

Certo, mas também perigoso.

É bom lembrar que inovar sem conhecer as operações administrativas, financeiras, de relações humanas, comerciais, de logística e principalmente de gestão da empresa, pode colocar todas as economias de uma vida em risco, pois o caminho para o brejo pode ficar mais curto e rápido.

Por outro lado o empresário empreendedor que detém o conhecimento se não total, mas ao menos dos processos fundamentais, tem o acesso à inovação direcionada às necessidades dos clientes, mais claro e suas ações atingirão os objetivos mais rapidamente.

Afinal inovar é também ampliar os horizontes do conhecimento.

  • Inovar nos processos operacionais e funcionais continuamente, através do aprimoramento e da adequação dos controles e análises empresariais, dirigidos à aproximação do mercado, de forma lucrativa.
  • Utilizar os recursos das tecnologias da informação e comunicação, como aplicativos gerenciais (software comercial), para realizar as análises financeiras, o gerenciamento dos clientes, controles de estoques, e outras informações do negócio, com objetivo de aumentar a competitividade da empresa.
  • Criar e implementar o site empresarial, para divulgar a própria empresa, seus produtos e serviços, até chegar o ponto de praticar o comércio eletrônico.
  • Preparar a equipe de trabalho para novos cenários e desafios.
  • Criar e desenvolver novos produtos e serviços, com o apoio dos fornecedores e do conhecimento adquirido.

O que não pode acontecer na empresa é a estagnação, ou a espera pela venda de um produto ou serviço, todos precisam estar contaminados com a idéia de que somente agindo de forma diferente com o mercado, será possível conquistar definitivamente o cliente.

 



Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 14h02
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Conhecimento desprezado 

Puxe seu notebook para mais perto.

Vamos aproximar os nossos conhecimentos.

 

Dizem que Napoleão Bonaparte rejeitava em suas fileiras, pessoas ignorantes com iniciativa, porém trazia para perto de si, aquelas que conseguiam ser inteligentes com iniciativa.

Nas corporações, muito se fala em aproveitar a inteligência empresarial, base para a gestão do conhecimento e também para os negócios vinculados a ela, que precisam obter e efetivar as vantagens competitivas nas relações com o mercado, se possível criando diferenciais difíceis de serem copiados pela concorrência, mas facilmente assimilados pelos consumidores.

Entretanto, a realidade no mundo dos negócios, infelizmente é outra.

Após o clímax das crises financeiras, no país e no mundo, os empregados remanescentes nas organizações cercaram seus feudos com a maioria dos ignorantes sem iniciativa, disponíveis na empresa. Tipo, não pergunte, ou argumente, apenas faça o que foi mandado. Caso contrário...

Seres com conhecimento e capacidade inovadora, tornaram-se elementos de risco para todos os seguidores do status quo empresarial. Exceção aos que se comportem como soldadinhos de chumbo, ou zumbis de ocasião.

Alguns, poucos, ocasionalmente são tirados do transe hipnótico da ignorância, para que, por alguns momentos, demonstrem a luz teatral da inovação, mas, rapidamente voltam à condição inicial, encaixotados na obscuridade imposta pelo sistema.

Com o passar do tempo, alguns poucos conseguem se libertar e começam a questionar a sua condição de marginalizados, porém com o poder ditatorial corporativo, são bruscamente banidos, ou pior, humilhados em praça pública, digo, em alguma reunião de trabalho.

Muitas vezes, a cada seção de desprezo, acabam formando um grupo de alijados corporativos, que durante o único momento de lucidez, à hora do cafezinho, tentam permanecer lúcidos. 

A imagem pode ficar mais grotesca ainda, quando os detentores do conhecimento acreditam que a sua existência é de vital importância para a organização, mas esquecem da sua real imagem, perante os seus chefes, gerentes e diretores. Aí nem o isolamento irá ajudar, a ilha será inundada pela necessidade em atender rapidamente as prioridades comerciais da empresa.

Você que por algum momento pensou, não pense muito, faça logo, empreenda o seu conhecimento, no seu negócio, ou ajoelhe e aceite o imperador, como o seu soberano e senhor.



Escrito por Jorge Luiz da Rocha Pereira às 12h06
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